sábado, 19 de janeiro de 2019

Larousse 1925 - Palestina: Estado judeu; capital: Jerusalém


A definição de Palestina  do Larousse em 1925:

PALESTINA: Faz fronteira com a Síria, tem a Fenícia a norte, o Mar Morto a sul, o Mar Mediterrâneo a oeste, o deserto da Síria a leste, e é irrigada pelo Rio Jordão. É uma estreita faixa de terra, aconchegada entre o mar e o Líbano e percorrida pelo Rio Jordão, que desemboca no Mar Morto. É também é chamada nas Escrituras, Terra de Canaã, a Terra Prometida, e Judeia. 
Hoje é [portanto, em 1925] um Estado judeu sob o mandato da Inglaterra; 770.000 habitantes. Capital Jerusalém.
Entre o início da Idade Média e até 1920, a Palestina seguiu o destino do resto da Síria. O acordo franco-britânico de Maio de 1916, ratificado pelo Tratado de Lausanne de 1923, colocou o país sob mandato britânico. Tendo conquistado o país à aliança alemã-turca em 1917-1918, os ingleses trabalharam para aí fundar uma "pátria judaica."


Até os soviéticos e os árabes terem cozinhado a estúpida patranha de que existiu uma Palestina islâmica, "Palestina" era apenas um dos nomes da Terra de Israel, como se pode comprovar por todos os testemunhos históricos (filmes, jornais, livros, arquivos, bilhetes de identidade, tudo!).
Afirmar que Israel é islâmico é o mesmo que afirmar que Portugal é islâmico - mas é precisamente o que eles fazem (ver vídeos mais abaixo)...


A bandeira da Palestina em 1924, durante o Mandato Britânico. 


A criação de um lar para o povo judeu vai dar origem ao nascimento de Israel 30 anos antes do Holocausto. O moderno Estado de Israel não é, portanto, consequência do Holocausto. Os europeus não deram em 1917 uma terra aos judeus para os compensar pelo extermínio que sofreram na Segunda Guerra Mundial. Eles não deram terras pertencentes a árabes palestinos, uma vez que as terras pertenciam aos alemães-turcos e foram conquistadas em 1917.

A Palestina era "um Estado judeu, sob o mandato da Inglaterra, incluindo 770.000 habitantes, e cuja capital é Jerusalém".

Como é bom ler informações não-partidárias, e não ideológicas, não desfiguradas por décadas de reescrever da História.

A primeira-ministra de Israel, Golda Meir disse numa entrevista ao Sunday Times em 1969: 

"Nunca existiram palestinos". "Quando é que houve um povo palestino independente com um Estado palestino?""A região era o sul da Síria antes da Primeira Guerra Mundial, e depois foi a Palestina, que incluía a Jordânia".

No início de Março de 2015, Mike Huckabee, ex-governador de Arkansas e candidato republicano para a nomeação para a presidência dos Estados Unidos em 2016, em visita à região, disse ao Washington Post

"O povo palestino não existe"."A ideia de que eles têm uma longa história, que remonta a centenas ou milhares de anos, não é verdadeira".

Em 2011, o ex-presidente republicano da Câmara de Representantes, Newt Gingrich,disse: 

"Nunca existiu um Estado da Palestina". "Esta região fazia parte do Império Otomano. Eu acho que nós inventamos um povo palestino que são, na verdade, os árabes ".

Guy Millière, no seu livro "Como o povo palestino foi inventado” *" explica que o povo palestino foi inventado para transformar uma população em arma de destruição em massa contra Israel e o povo judeu, para demonizar Israel, para dar ao totalitarismo e ao anti-semitismo meios de acção renovados.

© Jean-Patrick Grumberg.

http://www.europe-israel.org/


Publicado em EUROPE-ISRAEL. Tradução nossa (como sempre).

Comment le peuple palestinien fut inventé*

* Como o povo palestino foi inventado.


BREVE COMENTÁRIO
- É claro que é um ABSURDO os israelitas terem que "justificar" que estão na sua Terra, de onde são o povo nativo, e onde vivem ininterruptamente há milénios.

Mas pode bem ser que em breve nós, portugueses, os nossos vizinhos espanhóis e os povos europeus em geral, tenham que se justificar de forma idêntica, pois o Islão, onde chega, apaga a História e proclama que esta começou no dia da sua invasão:

Estado Islâmico quer Portugal e Espanha:


 "Estudioso islâmico: "conquistaremos a Espanha e o Vaticano":
"Nós já ocupámos a Espanha, devemos reviver a nossa História!" - declaram todas as autoridades islâmicas:
Jovens egípcios protestam nas ruas, exigindo a reconquista de Portugal e Espanha:

Os muçulmanos querem que "Al-Andalus" lhes seja devolvido, porque um dia nos invadiram. Nas costas de Israel vemos as nossas.

 

E os políticos europeus fazem-lhes a vontade, importando-os às dezenas de milhões:


FACTOS: Israelitas são apenas 2% da população do Médio Oriente


"Eu gosto de Israel" - uma declaração que só por si pode custar a integridade física, a liberdade ou a vida de quem a profere. É considerado legítimo gostar de qualquer outro país do Mundo.

No dia a dia, especialmente na Internet, ouvimos e lemos muitos absurdos sobre Israel, a obsessão preferida do Mundo. Que é um Estado "imperialista", "expansionista", que "mata milhares de civis inocentes todos os dias", etc., etc., etc.. Quem profere tais absurdos não costuma ser capaz de apontar Israel num mapa, e desconhece TUDO sobre o país e o povo que escolheu odiar.

Forças poderosas que vivem no Inconsciente Colectivo, simplesmente não conseguem aceitar que:
- exista um Estado Judaico (apesar de haver dezenas de Estados muçulmanos e alguns de outras religiões tradicionais);
- os judeus, que são 0,17% da população mundial, vivam no que resta da sua terra histórica, e que perfaz apenas 0,5% do Médio Oriente e 0,02% do mundo muçulmano:
- os judeus existam, de todo.

A própria guerra que os muçulmanos continuam a mover aos judeus, desde há 1,400 anos, encerra dados curiosos. Por exemplo:

12 milhões de muçulmanos foram mortos por outros muçulmanos desde 1948. O número de pessoas mortas durante o conflito árabe-israelita é 0,3 % desse total.

No entanto, a percepção  popular sobre o Médio Oriente é de que Israel é o "responsável" pelo cenário vulcânico desta que é a região mais tumultuosa do globo!



O tamanho de Israel (a encarnado) e o dos seus vizinhos islâmicos. É RIDÍCULO acusar-se de "expansionismo" um Estado que deu 88% da sua terra histórica aos muçulmanos, apenas na tola ilusão da paz!
0,3% de muçulmanos mortos em  guerra no Médio Oriente foram-no em guerras com Israel. Nos últimos 70 anos.

Já fomos "acusados" de "termos a mania dos FACTOS".
Realmente, é uma desonestidade debater com base em FACTOS. Deve-se debater é com base em PRECONCEITOS, teorias da conspiração dos lagartos espaciais "Zionistas" e declarações dos países islamistas e comunistas na ONU!

Mas como somos incorrigíveis, aqui vão mais alguns FACTOS:

 
FACTO: Os israelitas perfazem 2% da população do Médio Oriente
A diversificada população de Israel é metade da de Nova Iorque, e perfaz apenas 2% (dois por cento) dos habitantes do Médio Oriente.



  

Aqui estão alguns fatos sobre a população israelitaque é de 8,522,000 pessoas.
A população judaica é de 6.377.000 milhões - 75 por cento de toda a população.
Os cidadãos árabes de Israel constituem 20,8 por cento da população total, que somam aproximadamente 1.771.000.
Os cristãos não-árabes e outros grupos religiosos constituem 4,4 por cento da população.

Israel é um enclave de democracia e liberdade num vasto continente de brutais tiranias medievais. Por isso também, é tão odiado - pelos muçulmanos, pela extrema-esquerda e pelos neo-nazis.

Apesar do facto de que os israelitas constituem apenas 2% da população do Médio Oriente:
- Israel tem a maior proporção de títulos universitários e doutoramentos, per capita, no mundo.
- Israel tem a maior concentração de engenheiros do mundo, e a maior percentagem de  cientistas e técnicos per capita entre todos os países desenvolvidos.
- Israel produz mais artigos científicos per capita que qualquer outra nação no mundo - por uma larga margem.
- Israel tem o maior número de médicos per capita do mundo.
- Os Cristãos em Israel desfrutam de segurança e liberdade e prosperaram nas últimas décadas, ao contrário de todas as outras áreas do Médio Oriente.
- As Mulheres em Israel - em oposição ao resto do Médio Oriente - gozam de direitos políticos plenos. 

Por: UNITED WITH ISRAEL

"Happy" em Jerusalém (em redor, no mundo muçulmano, é-se executado por menos:

A Solução de 50 Estados!

A Solução de Um Estado. A Solução de Dois Estados. A Solução de Três Estados... A Solução de 50 Estados!
Recentemente, ouvimos todo o Mundo a falar sobre os assentamentos israelitas e sobre a solução de dois Estados. De acordo com John Kerry, os assentamentos são a razão para todos os problemas da Terra. Isto vem de um homem que fez pouco, ou nada, enquanto 500.000 homens, mulheres e crianças foram massacrados apenas algumas milhas ao norte de Israel, na Síria.
Os assentamentos são a raiz de todo o mal, de acordo com a administração Obama. Esta é a mesma administração que assistiu e não fez praticamente nada relativamente à Primavera Árabe (ou, como deveria ter sido chamado, o Inverno Árabe) que se espalhou e causou turbulência em todo o Médio Oriente.
A propósito, nenhuma das revoluções desses países teve nada a ver com assentamentos, com uma solução de dois Estados ou com palestinos.
Ouvimos tanta propaganda da ONU e desta administração que tomamos tudo como um dado adquirido.
Talvez esteja na altura de uma pequena perspectiva.
Há 50 estados de maioria muçulmana no mundo. Esses Estados têm mais de 1 bilião - BILIÃO, com um 'B' maiúsculo – de muçulmanos.
Há 22 estados puramente islâmicos no mundo. Isso significa que a ONU tem pelo menos 22 Estados que votam automaticamente contra Israel.
Existem 50 países com maioria muçulmana. Mais 50 votos automáticos contra Israel.
Isto sem contar com a crescente influência das comunidades muçulmanas na Inglaterra, França, Suécia e outros lugares. O nome de bebé mais escolhido em Londres é agora Mohammad.
É por isso que temos as tais resoluções "justas" contra Israel na ONU.
"Israel como o principal violador dos direitos humanos", é um exemplo. "Israel como o principal violador dos direitos das mulheres no mundo", outro.
Somente em 2015 e 2016 houve 20 resoluções anti-israelitas. Todo o resto do mundo - incluindo a Coreia do Norte, a Síria, o Sudão, a Rússia, o Irão, a Arábia Saudita e muitos outros bastiões dos "Direitos Humanos" - tiveram a soma total de .... três resoluções.



Israel (4 vezes menor que Portugal) é 0,02% do mundo islâmico.


Alguém poderia explicar-me porque é que o Mundo precisa de outro Estado muçulmano, virtualmente sobre o único Estado judeu que existe? Esse Estado estar bem em cima de outro Estado não é um acidente. Os conquistadores muçulmanos muitas vezes construíram mesquitas directamente no lugar mais sagrado dos conquistados como demonstração de domínio.
Eu não vou voltar à História e relembrar as leis, as promessas, a matança de judeus por milénios (OK, já o fiz). Vamos apenas abordar isto de um ponto de vista lógico.
Vamos falar de senso-comum e justiça. Pense nisto por um minuto. A China tem mais de 1,35 biliões de chineses. Taiwan tem 23 milhões. Os chineses ficaram aborrecidos com um telefonema ao presidente eleito dos EUA do presidente daquele pedaço de poeira que é Taiwan.
Você quer explicar-me porque é que a China, com os seus 1.35 BILIÕES de CHINESES, precisa de MAIS 23 MILHÕES? Eles não têm chineses suficientes?
EU NÃO. PENSO. ASSIM.
Temos mais de um bilião de muçulmanos em 50 países muçulmanos. A massa de terra abrange uma grande área do mundo. Os árabes têm petróleo, terra e enormes riquezas. Israel tem .... israelitas e bom falafel (OK, os israelitas pediram-no emprestado aos árabes, mas na minha opinião tornaram-no melhor). Será que os árabes realmente precisam dessa pequena faixa truncada de terra?
EU. NÃO. PENSO. ASSIM.
Para ser justo, acho que devemos também considerar o seguinte:
Quantos judeus existem na Arábia Saudita, Kuwait, Líbano, Síria, Egipto, Iémen e Sudão? Você já entendeu meu ponto aqui, não é?
A resposta está perto de zero, se não zero.
Há mais jogadores de hóquei judeus no mundo do que há judeus que vivem em todos os países muçulmanos combinados.
Agora, para os inimigos de Israel, que vou colocar em algumas categorias.
1. Muitos árabes.

2. Os europeus, especialmente os da esquerda. Sabemos como os europeus tratam os seus judeus.

3. Muita gente no novo Partido Democrata (dos Estados Unidos), bem como a esquerda em geral.

4. Alguns dos nossos próprios judeus que andam a fumar alguma coisa. Eles não pensam que são inimigos, mas são.

5. Muitos dos escritores do Ha'aretz (jornal israelita de esquerda).  Colunistas como Gideon Levy, que apelou aos árabes para dispararem mais mísseis contra Israel a partir de Gaza.

6. A organização J Street e qualquer pessoa que ainda a apoie.

O mantra destas pessoas é: "Israel precisa fazer mais sacrifícios pela paz". Sim, claro. Quero dizer, quem pode argumentar contra qualquer coisa que termine em "paz"?

Acho que o Árabe anda a ser mal traduzido desde há alguns anos. "Paz" realmente significa "pedaço". Eu quero este pedaço, aquele pedaço, e quando terminar, eu quero ainda mais um pedaço. 

É pura e simplesmente uma monumental campanha de propaganda, de proporções épicas, toda concebida para convencer o Mundo de que a batalha é entre judeus e os árabes locais, em vez da guerra árabe e islâmica contra Israel.

Então, aqui está o meu plano de paz e a minha resposta a John Kerry:

50 Estados para muçulmanos e árabes. Sem contar a Faixa de Gaza, que de facto pertence ao Egipto.

Um pequeno Estado para os judeus (com árabes incluídos), e 50 Estados para os árabes com praticamente nenhum judeu neles.

Eu acho que 50-para-1 é suficientemente justo, não é?


Tradução nossa de um artigo de Larry Levine, publicado no site UNITED WITH ISRAEL.  Larry nasceu em Long Island, Nova Iorque, e vive em Columbus, Ohio. É um empresário premiado, activista pró-Israel e escritor. Também um comediante de stand-up e apresentador de um talk-show cujos convidados incluem Jay Leno, Alexander Haig e Paul Reiser. O site de Larry Levine é http://israelwatch.com/

segunda-feira, 7 de janeiro de 2019

Judeia e Samaria são Israel



AIPAC comemora 50 anos da libertação de Jerusalém 



Centenas de participantes da conferência AIPAC de 2017 uniram- se aos representantes do governo israelita para celebrar o 50º aniversário da libertação de Jerusalém, Judeia e Samaria.

Quatro ministros do governo, dois cônsules gerais e 350 participantes na conferência política anual da AIPAC em Washington e realizaram uma comemoração do 50º aniversário da reunificação de Jerusalém e da libertação da Judeia e da Samaria, durante a Guerra dos SeisDias.

O evento foi organizado por Oded Revivi, presidente do município de Efrat e representante das comunidades judaicas na Judeia e Samaria, e Dani Dayan, predecessor de Revivi, que actualmente serve como cônsul geral de Israel em Nova Iorque. Estiveram presentes o ministro da Construção e Habitação, Yoav Galant (Kulanu), o ministro das Comunicações, Tzahi Hanegbi (Likud), o vice-ministro da Defesa, Eli Ben Dahan, e o vice-ministro dos Negócios Estrangeiros, Tzipi Hotovely (Likud). Os participantes também tiveram a oportunidade de experimentar produtos da Judeia e Samaria, incluindo vinho, tâmaras, halva e cosméticos do Mar Morto.

O ministro da Habitação e Construção, Yoav Galant, disse que as montanhas da Judeia e Samaria são um activo estratégico para o Estado de Israel. Hanegbi acrescentou:  

"A defesa é importante, e a segurança é importante. Mas a coisa mais importante é a nossa reivindicação moral. Estamos empenhados em viver na nossa terra histórica - uma terra que nos foi dada não pelo Google ou pela Wikipedia, mas pela Bíblia. Pelo Rei David, Rei Saul, Rei Salomão, Abraão e outros. Este é o nosso direito de primogenitura, e vamos exigir os nossos direitos sobre esta terra para sempre".

Outros falaram sobre a necessidade de fortalecer o controlo de Israel sobre Jerusalém, Judeia e Samaria, incluindo as novas comunidades e mover a embaixada dos Estados Unidos para a capital israelita.

"Estamos empenhados em fazer tudo o que estiver ao nosso alcance para fortalecer a presença israelita na Judeia e Samaria, melhorando estradas, infra-estrutura, leis e tudo o que precisa ser feito para garantir que haverá 1 milhão de israelitas que vivem na Judeia e Samaria", disse Ben Dahan.

Por: Andrew Friedman / TPS via United With Israel


 Confira o tamanho relativo de Israel e de outros países. Israel, que é o,5% do Médio Oriente, não pode dar mais terra aos invasores islâmicos. Porque fica impossível de defender. Mas também porque Jerusalém, a Judeia e Samaria são Israel. Os invasores árabes já têm a Jordânia, que usurpou, à partida, 88% do território israelita.

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Já não é a primeira vez que aqui demonstramos (se dúvidas houvesse) que a Judeia e Samaria são Israel, como o Minho ou o Alentejo são Portugal:


Usem as palavras CORRECTAS


Admitir a criação de um Estado Árabe na Judeia e Samaria seria como admitir a criação do Nzingalis, o "Estado" Africano que alguns querem alojar em território português.



'Judeia e Samaria é Israel', diz ministro da Habitação e da Construção

 "A defesa é importante e a segurança é importante, mas a coisa mais importante é a reivindicação moral de Israel".



A reivindicação da nação judaica sobre a Terra de Israel vem da Bíblia judaica, não do Google, declarou o ministro israelita Tzachi Hanegbi num evento realizado em apoio às comunidades israelitas na Judeia e Samaria, dentro das fronteiras finais do Estado de Israel.

"A defesa é importante e a segurança é importante, mas a coisa mais importante é a reivindicação moral de Israel. Estamos empenhados em seguir em frente com a vida na nossa terra ancestral, terra que não nos foi dada pelo Google ou pela Wikipédia, mas pela Bíblia", disse ele em Washington na terça-feira,  informou o
Jerusalem Post.

O evento em que Hanegbi falou foi organizado pelo Conselho das Comunidades Judaicas da Judeia e Samaria para marcar o próximo 50º aniversário da Guerra dos Seis Dias, intitulado "Celebremos os 50 Anos de Rejuvenescimento na Judeia e Samaria".


O ministro da Habitação e Construção, Yoav Galant, afirmou que "para nós, Judeia e Samaria são Israel".

"Não há maneira de Israel poder existir" sem o Vale do Jordão e as montanhas da Samaria, disse ele, de acordo com o Post. "Naturalmente, é difícil ter uma Jerusalém forte sem [as comunidades israelitas vizinhas de] Givat Ze'ev, Ma'aleh Adumim, Gush Etzion e todos esses lugares".

"[A Guerra dos Seis Dias] foi uma guerra justa. E uma defesa justa. Mas, o mais importante, foi baseada numa reivindicação justa. Uma reivindicação justa do povo judeu sobre [as áreas bíblicas de] Beit El, Shechem, Jerusalém e Hebron", disse a vice-ministra dos Negócios Estrangeiros Tzipi Hotovely.


"Deixe-me dizer uma coisa: se esses lugares não são judeus, quem pode dizer-me que [as cidades modernas de] Herzliya, Rehovot, Rishon Letzion e Tel Aviv são judaicas?", disse Hotovely. "Eu digo sempre que a 'ocupação' é um mito, porque nunca ocupámos a terra de outras pessoas. Esta é a terra judaica [Judeia e Samaria]. Esta deve ser para sempre uma terra judaica sob a lei israelita".

Via United With Israel.



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Jerusalém Oriental, Judeia e Samaria não são território ocupado, afirma o ministro da Educação, Naftali Bennett.

É hora de aplicar a lei israelita à Área C - 60 por cento da Judeia e Samaria, onde 450 mil judeus e 70 mil a 80 mil árabes vivem, declarou o ministro da Educação, Naftali Bennett, presidente do partido Bayit Yehudi (Casa Judaica).



Jerusalém Oriental, Judeia e Samaria, ocupadas pela Jordânia durante 19 anos, foram libertadas pelo IDF (Forças de Defesa de Israel) em 1967, Bennett esclareceu.Israel deve declarar a sua posição claramente, continuou ele. O minúsculo Estado judeu, do tamanho de Nova Jersey, está cercado por terror islâmico, incluindo Gaza controlada pelo Hamas, e não se pode aceitar um segundo Estado palestino na Judeia e Samaria.

Há muito tempo que todas as embaixadas estrangeiras no país deviam ter-se deslocado para Jerusalém - a capital judaica há mais de 3.000 anos, disse Bennett, acrescentando que Israel não pode ser intimidado por ameaças da violência.

"Temos que fazer o que está certo e nunca ceder a ameaças. Jerusalém é a nossa casa", afirmou Bennett.




Via United With Israel 

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Breve comentário

A maior parte das reservas de petróleo do Mundo estão sob solo islâmico. Os judeus, que sempre foram descartáveis, são-no ainda mais quando a contrapartida para a sua extinção é estar de bem com os Senhores do Petróleo.

O conflito entre Israel e os seus vizinhos muçulmanos tem como ÚNICO motivo estes não aceitarem a existência de judeus e muito menos do Estado Judaico.

Desde 1948 (ano da restauração da independência de Israel), apenas 0,3% dos 11 milhões de muçulmanos mortos em conflitos no Médio Oriente foram TERRORISTAS mortos por Israel. 

Mas os países que também matam terroristas, mas sem olhar às mortes de civis que causam, condenam Israel:



A pressão ocidental para a criação de mais um Estado Árabe inventado, nas terras israelitas (depois da Jordânia e de Gaza), destina-se apenas a possibilitar, finalmente, a destruição de Israel.

Israel só pode, por isso, contar consigo mesmo. Como sempre. Israel está mais que coberto de razão, como explica aqui em baixo Naftali Bennet, mas o mundo é imune à força da razão. Resta a razão da força.

FORÇA, ISRAEL!

O ABSURDO presente de Abbas

Além de mega-terrorista, Abu Mazen (vulgo Mahmoud Abbas) é MEGA-BURRO! Mas os líderes israelitas e internacionais não são menos burros, por aceitarem um terrorista destes, na linha de Bin Laden ou Arafat, como interlocutor! Que cresçam e se multipliquem os Trumps!

O líder da Autoridade 'Palestina', Mahmoud Abbas, está a ser motivo de troça para  bloggers e jornalistas, devido ao seu recente presente ao Rei saudita, em mais uma tentativa de distorcer a História e deslegitimar Israel.
Parece que não há limite para as mentiras e para a ousadia pura e simples de presidente da Autoridade 'Palestina', Mahmoud Abbas, que no domingo, dia 19 de Junho, presenteou o Rei da Arábia Saudita com um item assaz estranho: uma cópia emoldurada da primeira página de uma edição de 1932 do The Palestine Post.
Pode-se perguntar o que é que Abbas *  estava a tentar transmitir com este presente. Ele estava realmente a insinuar que o jornal foi, na verdade, propriedade de "árabes palestinos" num Estado palestino?

* -  (Abbas nega quaisquer laços históricos judaicos com Jerusalém e, segundo informações, queixou-se ao Rei saudita da "continuação da profanação israelita da sagrada terra palestina").

  
"Nasce o Estado de Israel" - manchete do The Palestine Post (foto Wikipedia).

(...) David Brin, editor do The Jerusalem Post, escreveu: "Pergunto-me se ele é assinante.""Vêem a expressão no olhar do Rei?", comentou o blogger IsraelShield:
"Há uma razão pela qual ele está  tão desconfortável. Ele provavelmente está constrangido pela estupidez de Abbas. O The Palestine Post foi um jornal Sionista judaico".

 Quando Jerusalém fazia parte do imenso Império Turco, a mesquita de Al-Aqsa estava assim, ao abandono, com cabras por lá a pastar. A Terra de Israel era deserta, apenas com comunidades residuais de judeus, e pouco mais
- Do nosso post

Como a RTP2 "olha o Mundo"



O The Palestine Post foi fundado em 1932 por Gershon Agron, que, entre outras posições Sionistas, havia servido como enviado da Organização Sionista Mundial e foi membro de uma delegação da Agência Judaica. O jornal foi renomeado The Jerusalem Post em 1950, dois anos após a criação do Estado de Israel.

Nunca houve um Estado árabe palestino. Na verdade, os judeus que vivem na Terra de Israel foram considerados judeus palestinos. Como colonos judeus trabalhavam a terra e, literalmente, fizeram florescer o deserto. Muitos árabes da região migraram para a Palestina para beneficiar das novas oportunidades económicas.


Em 135 dC, a Judeia foi rebatizada Síria Palaestina pelos Romanos depois de terem esmagado a revolta de Bar Kokhba.

Durante o período de domínio Otomano (1517-1917), o termo "Palestina" referia-se às terras ao sul da Síria, e muitos otomanos e árabes que lá viviam lá referiam-se à área como "Síria do Sul".


Durante o mandato britânico, a "Palestina" também incluía a actual Jordânia.


Apenas após a independência de Israel os árabes que vivem na Judeia e Samaria e na Faixa de Gaza foram chamados "palestinos". Na verdade, os árabes não podem nem pronunciar correctamente a palavra "Palestina" na sua língua nativa, referindo-se à área como "Filastin".

A palavra "Palestina" ou "Filastin" não aparece no Alcorão. O termo "peleshet", significando migrantes ou terra de invasores, aparece na Bíblia judaica nada menos que 250 vezes.
Via UNITED WITH ISRAEL com arquivos de  Israellycool e Jewish Virtual Library.

https://unitedwithisrael.org/es/

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Em nome desta colossal patranha da "Palestina Árabe", judeus inocentes (vide p. ex. a INTIFACADA) são continuamente atacados e assassinados.
Na sequência desta visita ao Rei da Arábia Saudita, o Parlamento Europeu estendeu a passadeira encarnada ao mega-terrorista Mahmoud Abbas, para ele debitar a mesma rectórica puramente NAZI!
Mas não nos admira que o mega-terrorista Abbas negue que Jerusalém é a capital eterna da Terra de Israel, a Pátria dos Judeus. Afinal, o ISIS também afirma que Portugal e Espanha "sempre foram muçulmanos", e promete igualmente reconquistá-los:

Algumas pessoas já começaram a perceber que estamos no mesmo barco que os judeus.

 

"E matareis os infiéis onde quer que os encontrardes e expulsá-los-eis de onde quer que vos tenham expulso... " (Alcorão 2: 191)

Que os hippies-halal da Festa do "Avante!", que os neo-nazis das teorias dos Lagartos Espaciais Judeus, dêem crédito a figurinhas como Abbas, vá que não vá. Que os jornaleiros invertebrados o dêem como bom, não é de espantar. Que os políticos do Mundo Livre o façam, na sua gula por dinheiro e poder, idem aspas. Mas que pessoas honestas, e com um cérebro dentro da caixa craniana, acreditem nas elocubrações fanáticas deste jihadista igual aos do ISIS, é triste!

Ai dos que ao mal chamam bem, e ao bem mal; que fazem das trevas luz, e da luz trevas; e fazem do amargo doce, e do doce amargo!
Isaías 5:20


VIVA ISRAEL!