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domingo, 12 de maio de 2019

Porque não existe um Estado "Palestino"?

Está em curso um novo Holocausto (o dos cristãos e outros "infiéis" em terras de Islão e não só). A Coreia do Norte e o Irão subsidiam o terrorismo global e espalham provocações e ameaças apocalípticas. A jihad fustiga os 5 continentes.
Mas os noticiários falam do "escândalo" dos Estados Unidos mudarem a embaixada para Jerusalém, ou da "má-vontade" de Israel, que insiste em não se deixar aniquilar pelos terroristas.
Que obsessão doentia com Israel! E (ai de nós todos...) que sinal profético!




As calinadas da Imprensa mundial sobre Israel e Jerusalém revelam um desconhecimento atroz de um assunto sobre o qual todos se acham com autoridade para ditar leis, mas que tão poucos estudam. Os jornalistas cortam e colam notícias - e mal! - e saem-se com absurdidades tais como "Israel anexou partes de Jerusalém à 'Palestina'".
Nunca existiu uma nação chamada Palestina (1) . Ninguém falou de tal coisa até aos anos 60.
A porção de Israel dada aos Árabes no plano de partição da região (também) conhecida  como Palestina, é o país a que se chamou Jordânia. Foram 88% da área de Israel dados de mão beijada aos colonos Árabes, apenas como medida de boa vontade. Não chegou, pois eles querem todo o pequenito Israel. 
Como reagiriam os que verberam Israel por não dar ainda mais do seu minúsculo torrão aos árabes, se Portugal desse 88% do seu território aos marroquinos e fosse diariamente pressionado a dar ainda mais? Pimenta na língua dos outros é refresco...
 A ideia de uma Palestina árabe é um mero pretexto para a destruição de Israel. É esse como poderia ser outro. Se amanhã os colonos árabes aceitassem mais um Estado, para além da Jordânia, se de repente ficassem contentes com Gaza e com a Península do Sinai, que também lhes foram dados, logo Amaleque e Edom encontrariam um novo pretexto para perseguir Israel.



Prefere os MITOS ou os FACTOS sobre Israel? A escolha é sua...




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(1) Um questionário breve sobre a tal "Palestina" Árabe

1. Quando é que o país foi fundado e por quem?  
2. Quais eram as suas fronteiras?  
3. Qual era a sua capital?  
4. Quais eram as suas cidades mais importantes?  
5. Quais eram as bases da sua economia?  
6. Qual era a sua forma de governo?  
7. Pode citar pelo menos um líder palestino antes de Arafat?  
8. A Palestina alguma vez foi reconhecida como um país cuja existência, então ou agora, não deixasse margem a interpretação?  
9. Qual era a língua da Palestina?

10. Qual era a religião predominante da Palestina?


11. Qual era o nome da sua moeda? Escolha uma data qualquer na História e diga qual era a taxa de câmbio da moeda palestiniana em relação ao dólar dos EUA, ao marco alemão, à libra esterlina, ao iene japonês ou ao yuan chinês na referida data.


12. E, finalmente, dado que este país não existe actualmente, que é que causou o seu desaparecimento e quando é que ocorreu? Você que lamenta o "afundamento" de uma orgulhosa e nobre nação", diga s.f.f., quando exactamente é que essa "nação" era orgulhosa e nobre?


Jerusalém é referida 660 vezes no Tanach/Antigo Testamento e 146 vezes nos Evangelhos/Novo Testamento.  Jerusalém é referida 0 (zero) vezes no Corão.
Jerusalém é a capital eterna de Israel.


1 Chegando, pois, o sétimo mês, e estando os filhos de Israel já nas cidades, ajuntou-se o povo, como um só homem, em Jerusalém.

Esdras 3



domingo, 21 de abril de 2019

Mais um jacto particular de 50 milhões para o mega-terrorista Abbas

Apesar dos grandes cortes de financiamento por parte dos Estados Unidos, a "Autoridade Palestina" comprou mais um luxuoso jacto privado no valor de 50 milhões de dólares para o seu líder, o mega-terrorista Mahmoud Abbas.

"Palestinos" compram jacto privado de 50 milhões para Abbas 
Enquanto verbera a decisão dos Estados Unidos de cortarem a ajuda aos "palestinos", a AP comprou mais um jacto privado para Abbas. 
Por: Margot Dudkevitch, World Israel News 

Abbas é um mega-terrorista islamista e nazi, que planeou o Massacre das Olimpíadas de Munique 74, premeia os terroristas que matam judeus e apela ao extermínio de todos os judeus do Mundo. Por acaso ainda não recebeu o Nobel da Paz, como o seu camarada Yasser Arafat, o famoso terrorista egípcio.

A "Autoridade Palestina" (AP) anunciou que comprou mais um jacto privado de 50 milhões de dólares para seu líder, Mahmoud Abbas. 
A compra ocorre quando os "palestinos" estão pedir assistência financeira à Europa e a outros países, na sequência da decisão dos EUA de reduzir fundos para a AP. De acordo com relatos na Imprensa "palestina", o avião deverá chegar dentro de algumas semanas a Amã, na Jordânia. 
Explicando a compra, as autoridades "palestinas" disseram que 30 milhões vieram do Fundo Nacional Palestino e o restante do orçamento anual da AP.


O Mundo Livre envia milhões para o mega-terrorista Mahmoud Abbas, líder da organização terrorista Fatah e presidente da Autoridade "Palestina". Abbas gasta tudo em terrorismo contra Israel e em vida faustosa. Está a construir mais um palácio, em Surda, Ramallah, com uma área total de 27,000m2 e o módico custo de 13 milhões de dólaresNão é notícia.

Devido à completa deterioração do relacionamento AP-Estados Unidos nas últimas semanas, funcionários da Casa Branca disseram que os EUA estão a reexaminar  seriamente a sua política de ajuda financeira aos "palestinos", mas insinuaram que, se Abbas retornar à mesa de negociações, isso poderá mudar.
Na sequência da decisão da administração Trump de reduzir cerca de 65 milhões de dólares em fundos para a Agência de Obras e Auxílios das Nações Unidas para Refugiados Palestinianos (UNRWA), a embaixadora dos EUA na ONU, Nikki Haley, também está a pressionar Washington para reduzir o financiamento para a AP. 
Enquanto isso, a agência de notícias oficial "palestina" Wafa publicou no seu site uma carta ao governo Trump enviada por cerca de 20 organizações internacionais, principalmente com sede nos EUA, protestando contra a decisão de reduzir fundos para a UNWRA
"Estamos profundamente preocupados com as consequências humanitárias desta decisão sobre a assistência a crianças, mulheres e homens", afirmou a carta. Eric Schwartz, presidente da Refugees International e ex-secretário adjunto de Estado, População e Refugiados dos Estados Unidos, foi citado na carta, dizendo que "esta decisão visa punir os líderes políticos 'palestinos' e forçá-los a fazer concessões políticas".






COMENTÁRIO


Claro que ler, assistir a vídeos, estudar, raciocinar, procurar a VERDADE, não está nos horizontes de toda a gente. Seguir encarneirado na lavagem cerebral dos media e repetir as imbecilidades das celebridades é mais fácil. É mais in, mais cool e mais trendy.

Os maometanos não toleram a existência de Israel, o único Estado judaico do Mundo. Como não toleram a existência de qualquer Estado não islâmico, e trabalham no projecto do Califado Global há 1400 anos. Com assinalável êxito. 1/4 da população do mundo é hoje maometana. A estratégia é simples: invadir, conquistar, converter pela força, exterminar quem se recusa. E punir com a pena de morte quem queira abandonar o Islão.
A reivindicação maometana sobre Israel (que é apenas 0,02% do mundo muçulmano, sendo os judeus apenas 0,17% da Humanidade) é a mesma que existe sobre a nossa Península Ibérica, que vem a seguir a Israel na lista de terras a reconquistar.

 O chamado "conflito israelo-árabe"...


... não é sobre território.

Não passa pela cabeça de ninguém sentar à mesa das negociações  os líderes do ISIS, da Al-Qaeda, do Boko-Haram, juntamente com os líderes dos países que eles pretendem conquistar e submeter pela via do terrorismo. Mas a Israel é imposto que negoceie com terroristas como Mammoud Abbas (cujo currículo na área é extenso e conhecido).
"Palestina" árabe, que jamais existiu, a não ser na propaganda soviética que se saiu com essa no final dos anos de 1960, é o pretexto actual para a eterna obsessão anti-semita.  
Os países do Mundo, mesmo do mundo não islâmico, enviam biliões às lideranças terroristas islâmicas em Israel. 

Um dos palácios do mega-terrorista Mammoud Abbas, praticante do genocídio e incitador do terrorismo suicida, que não é melhor que o bin Laden mas que VOCÊ ajuda a pagar, com os seus impostos, pois todos os países do Mundo contribuem com a sua "ajuda humanitária" aos pobres colonozinhos muçulmanos que apenas querem exterminar os judeus, os pobrezitos... 

Os Árabes, em Israel, são invasores. E recentes. Em 1920, quando lhes cheirou que o Mandato Britânico da Palestina poderia vir a permitir a restauração da independência de Israel, acorreram de todos os países vizinhos a invadir a nação dos judeus.
Os Britânicos deram 88% da Terra de Israel aos colonos árabes, território que é hoje a Jordânia.  Os nativos, ficaram com 12% da sua terra (que lhes foi atribuída por Deus há 5 mil anos, como consta da Bíblia, e é aceite por cristãos e maometanos), e que é por eles habitada ininterruptamente desde então.
Mas os Árabes  continuam a querer despojar Israel da sua Terra, e a despojar o planeta de Israelitas. É esse o único motivo para todo este burburinho acerca do  "conflito israelo-árabe".
Copiosamente batidos em todas as guerras que moveram ao micro Estado Judaico, mesmo quando fraco e desarmado, os países mometanos usam hoje a difamação global e investem redobradamente no terrorismo da FatahHamas, Jihad Islâmica, Hezbollah e mil e um grupos jihadistas que procuram obliterar Israel.

 
O comunista Chico Louçã e o racista Mamadou Ba em manifestação de apoio ao Hamas. Comunistas e maometanos sempre unidos no apoio à jihad, sobretudo quando é contra Israel.

Tal como os maometanos, os comunistas usam em proveito da sua agenda e interesses pessoais os regimes democráticos e livres que pretendem destruir:


O casal Jocelyne Shashahani aliás Olivia Zemor, e Nicolas Shashahani. Mais dois destacados líderes do movimento pró-terrorista, islamista e neonazi BDS (que pretende a erradicação de Israel e dos judeus). Mais dois "pobres" comunistas milionários. Mais dois HIPÓCRITAS.

Os cúmplices-chave da difamação global de Israel são os jornalistas, que alinham ao lado dos terroristas e difundem a narrativa dos judeus maus e dos "palestinos" vítimas. Aconselhamos a visita a este site e o visionamento dos vídeos onde se mostram as encenações de mortos e feridos, ao melhor estilo de Hollywood.



Os líderes terroristas levam vida de luxo, com contas bancárias bilionárias, mansões, aviões particulares, tudo o que um senhor da guerra maometano tem direito. Alguns exemplos (os que temem a VERDADE estão sempre a censurar os vídeos):


PALLYWOOD
 


O terrorista E BILIONÁRIO Ismail Haniyeh, líder do Hamas poster-boy da Esquerda, Che Guevara do Médio Oriente, passando o copo de whisky para a sua amante ocidental esconder dos fotógrafos.



- Vai, meu querido, faz-te explodir e mata muitos judeus, Inch' Allah!...

Mas na cabeça dos ocidentais, existe um imenso continente israelita, e um povo oprimido e faminto, que os malvados dos judeus mantêm prisioneiro, para se divertirem a fazer tiro ao alvo!




sexta-feira, 1 de março de 2019

Vídeo: Mansões e carros de luxo destroem o mito da pobreza árabe em Israel


"Palestinos" empobrecidos? Muitos árabes na Judeia e Samaria gozam de um alto padrão de vida e não têm escrúpulos em mostrar sinais exteriores de riqueza.

As condições económicas na Judeia e Samaria não foram consideradas motivo de interesse antes de Junho de 1967.
A Jordânia controlou a Judeia e a Samaria nessa época e os activistas anti-Israel não tinham nada a ganhar ao destacar o padrão de vida dos árabes jordanos que lá viviam.

Depois de Israel ter ganho o controle de Judeia e Samaria na Guerra dos Seis Dias em 1967, os detractores de Israel procuraram demonizar o Estado judeu alegando que, de alguma forma, o estilo de vida dos árabes era pior sob o governo israelita do que o regime jordano.

Enquanto a Reuters exibe manchetes como "os palestinos que se afundam na pobreza" e "os palestinos empobrecidos vendem o ouro do casamento", assista este vídeo, veja a verdadeira situação económica dos árabes na Judeia e Samaria hoje:


Nota do vídeo no YouTube: "Ao rodar a série "Desmascarando os colonos israelitas" na Judeia e Samaria (Cisjordânia). Uma das coisas que realmente se destacaram foi o nível insano da riqueza no território palestino. Vimos palácios em todos os lugares, não apenas em Ramallah, mas em pequenas aldeias espalhadas pela terra. Tentámos encontrar as estradas do apartheid e, em vez disso, encontrámos estradas israelitas na Cisjordânia que transbordavam de carros palestinos, carros palestinos estupidamente bonitos. ... Nós fomos ultrapassados por um Ford Mustang, um Mercedes G550, Range Rovers, Jaguars, Mercedes, BMWs ... tudo novo! Neste episódio, compartilhamos algumas das riquezas que testemunhamos nas áreas palestinas. Não estamos por um segundo sugerindo que todos os palestinos vivem neste nível de opulência, longe disso, mas a percepção que a maioria das pessoas tem desta área é categoricamente errada. Gostaríamos de agradecer a "Boomerang - Fighting for Israel" por algumas imagens. Além disso, você pode visitar o vlogger palestino em: https://www.youtube.com/channel/UCTvIfCeWPOnw0VoOAB0fBuQ" P.S. Suprimido pela CENSURA islâmica.

Clique aí no logótipo abaixo para visitar o site "Unidos con Israel", que é em Espanhol e se lê muito bem:

https://unitedwithisrael.org/es/



COMENTÁRIO
 
A "Palestina" árabe, que jamais existiu, a não ser na propaganda soviética que se saiu com essa no final dos anos de 1960, é hoje um pretexto para o Holocausto por procuração.
Os países do Mundo, mesmo do mundo não islâmico, enviam biliões às lideranças terroristas islâmicas em Israel e países vizinhos para estes exterminarem os judeus. Pretendem assim agradar às lideranças islamo-petrolíferas e acabar de vez com esses irritantes dos judeus, que têm a mania de viver e respirar (é que são mesmo maus)!




O terrorista e BILIONÁRIO Ismail Haniyeh, líder do Hamas poster-boy da Esquerda, Che Guevara do Médio Oriente, passando o copo de whisky para a sua amante ocidental esconder dos fotógrafos.

A par com esse apoio material ao terrorismo, as legiões de jornaleiros e comentadeiros amestrados, professores universitários e outros doutrinadores profissionais, usam os seus megafones para demonizarem Israel de todas as formas possíveis e imaginárias.


O mito dos árabes pobrezinhos em Israel é uma delas. Os Árabes, que são colonos e invasores recentes em Israel, não só gozam dos mesmos direitos que qualquer outro cidadão (gozam de mais, aliás), como gozam de direitos e padrão de vida a que em nenhum país islâmico podem aspirar. Mas não se vão embora nem deixam de vir dos países islâmicos para viver em Israel.
Se Israel, que é apenas 0,02% do mundo muçulmano em área, fosse tão mauzão, os muçulmanos que lá vivem fugiriam de lá, que ninguém os prende.
Líderes "palestinos" ordenam os ataques terroristas, os suicídios bombistas, as guerras contra Israel, e assistem, nos seus palácios, que nós pagamos. Os idiotas úteis ocidentais glorificam-nos. Mas o que esperar, de quem glorifica Stalin, Che Guevara, Castro, Mao, Hitler, e tantos outros tiranos, e odeia o Mundo Livre?

Um dos palácios do mega-terrorista Mammoud Abbas, praticante do genocídio e incitador do terrorismo suicida, que não é melhor que o bin Laden mas que VOCÊ ajuda a pagar, com os seus impostos, pois todos os países do Mundo contribuem com a sua "ajuda humanitária" aos pobres colonozinhos muçulmanos que apenas querem exterminar os judeus, os pobrezitos...





Visite o canal PALESTINA LIVRE

 - Faz-te explodir, meu querido, que o Tio Haniyeh agora tem que ir para a mansão...


P.S. - Esta invencionice da "Palestina" árabe, faz muitos milionários, e para esses, a paz significará deixarem de se abotoar com tão grandes fortunas; acrescentámos um vídeo e uma lista de reprodução:





sábado, 2 de fevereiro de 2019

Os Khazares e os Judeus


Por: Thomas Ice
Uma das tácticas utilizadas por aqueles que se opõem aos cristãos sionistas é dizer que a maioria dos judeus da actualidade não descende genuinamente de Abraão, Isaac e Jacob. Essa teoria errónea baseia-se nas conclusões equivocadas de que os actuais judeus se originam-se na História de uma nação medieval da qual algumas pessoas se converteram ao Judaísmo. 
Os khazares foram uma nação constituída de linhagem basicamente turca, que viveu na região localizada entre o Mar Negro e o Mar Cáspio, durante os séculos VII a X d.C.[1] Aqueles que defendem a Teologia da Substituição, bem como muitos neo-fascistas, são atraídos por essa teoria, que lhes permite argumentar que os judeus não são, de facto, judeus.

A proposta da Teoria Khazar  
James B. Jordan, defensor da Teologia da Substituição, fala sobre “a heresia do sionismo cristão”.[2] Ele declara que “os judeus da actualidade, na sua maioria, não são judeus de forma nenhuma: são khazares”.[3] 
Jordan diz mais: 
A raça khazar [ou khazariana] parece ser o pano-de-fundo original dos judeus asquenazitas do Leste Europeu. Naturalmente, afirmações desse tipo podem ser questionadas. O verdadeiro problema na discussão é a ideia de que ser judeu é um fenómeno sanguíneo ou racial. Isso não é correcto. Biblicamente falando, um judeu é alguém que foi inserido pactualmente na população de judeus por meio da circuncisão [...] Todas essas pessoas eram judias, porém apenas uma pequena parcela realmente possuía a herança sanguínea de Abraão [...] Isso é a prova conclusiva de que a aliança, não a raça, sempre foi o marco distintivo de um judeu.[4]
John L. Bray, outro defensor da Teologia da Substituição, assevera que “a pura realidade é que muitos dos judeus do mundo não apenas são judeus mestiços, mas nem mesmo são judeus sob qualquer condição”.[5] 
Ele declara: 
Além das descobertas sobre as origens judaicas do povo khazar, é preciso que consideremos, também, o fato de que, em virtude de casamentos entre etnias diferentes, cruzamentos raciais, etc., na atualidade há muito pouco que se possa chamar de “raça judaica”.[6]
Este caso específico de revisionismo histórico é usado para induzir à conclusão de que os judeus que vivem em Israel não são, de facto, descendentes de Abraão, Isaac e Jacob, e que, portanto, não têm nenhum direito legítimo de ocupar aquela terra nos dias actuais. 


Não é de admirar que tal teoria seja muito atraente para os árabes, muçulmanos, negadores do Holocausto, skinheads neo-nazis, nazis e tantos outros que defendem a Teologia da Substituição no âmbito cristão-evangélico. 
Trata-se de uma forma conveniente de descartar o presente Estado de Israel. Tal crença ensina que os judeus são basicamente uma etnia actualmente extinta. Por essa razão, na opinião dos defensores dessa teoria, fica anulada a concessão futura da terra de Israel aos descendentes de Abraão, Isaac e Jacob como uma promessa que será cumprida por Deus.   
Essa concepção pode produzir sérias implicações na compreensão que o crente em Cristo tem da Palavra de Deus. Jordan levanta esta pergunta: “Será que os cristãos que crêem na Bíblia supõem poder apoiar um Estado Judeu baseados em razões teológicas? Essa é a alegação de Jerry Falwell e da heresia do Sionismo Cristão”.[7] 
Passemos, agora, ao exame da veracidade de tais alegações:

A análise da Teoria Khazar  
Nenhuma pessoa esclarecida nesse assunto questionaria a existência de um país, durante a Idade Média, cujo nome era Khazaria, o qual se converteu ao Judaísmo no século VIII. 
Contudo, a teoria de que os judeus asquenazitas (que correspondem a cerca de 85% da população judaica em todo o mundo) descendem originariamente dos khazares, por mais atraente que possa parecer a alguns, permanece como uma hipótese não provada (desprovida de qualquer evidência científica). 


Arthur Koestler, o autor da teoria.


Em 1976, Arthur Koestler (um romancista judeu comunista) propôs essa teoria no seu livro intitulado The Thirteenth Tribe (que traduzido seria: A Décima-Terceira Tribo),[8] teoria essa que nunca foi levada a sério por nenhum linguista, nem pela maior parte dos outros cientistas. 
Essa é a razão pela qual a propagação mais agressiva desse ponto de vista tem sido geralmente verificada dentro da esfera dos propagandistas que têm um eixo ideológico a que se apegar, e não pela comunidade científica. 
À semelhança da obra intitulada Os Protocolos dos Sábios de Sião, um documento forjado que defende uma suposta conspiração judaica mundial, os proponentes da Teoria Khazar têm um imenso desejo de que ela seja verídica, embora não o seja.
Muitos estudiosos desse assunto crêem que somente a liderança do povo khazar se converteu ao Judaísmo, e alguns desses eruditos pensam que a razão de tal conversão se deveu ao facto de que muitos dos líderes já eram judeus que emigraram para lá em anos anteriores. Quando se espalhou a notícia de que a nação da Khazaria se tinha convertido ao Judaísmo, e pelo que se sabe, muitos judeus que viviam no Império Bizantino e no mundo muçulmano emigraram para a Khazaria, visto que frequentemente eram perseguidos nesses impérios e países de onde procediam. 
Dessa forma, tal imigração aumentou o número de judeus naquela nação, que ficou conhecida por ter uma grande população judaica. Como a Khazaria, naquele tempo, era praticamente a única nação do mundo a proporcionar liberdade religiosa, ela contava com um enorme contingente de cristãos, de muçulmanos e de pagãos que nunca se converteram ao Judaísmo. Isso poderia favorecer a crença de que milhares de gentios foram incluídos e misturados na linhagem sanguínea judaica. Todavia, não foi o que aconteceu. Os judeus da Khazaria demonstram ter mantido uma linhagem sanguínea judaica tão forte quanto a de outros judeus da sua época. 
Quando a nação entrou em declínio e foi conquistada, os judeus fugiram para outros países e a maioria não-judaica da população da Khazaria foi morta nas batalhas ou converteu-se ao Islamismo e ao Cristianismo. Ainda que os judeus, seguramente, tenham contraído matrimónios inter-raciais com os gentios na Khazaria, tal facto não invalida a sua identidade judaica, da mesma maneira que os casamentos inter-raciais praticados no Antigo Testamento não invalidaram a sua identidade judaica. O próprio Jesus tinha vários gentios na Sua linhagem genealógica. No entanto, Ele certamente era judeu. 
Na época do Novo Testamento essas pessoas ainda eram reconhecidas como judeus – os descendentes de Abraão, Isaac e Jacob. É a Bíblia que divide a Humanidade em judeus e gentios, denotando a linhagem de nascimento de uma pessoa. Alguém pode até renegar os aspectos religiosos do Judaísmo, mas não pode fugir da realidade genealógica de que eles nasceram dentro da raça judaica. 
Durante o Holocausto, os nazis fizeram pouquíssima distinção entre judeus profundamente religiosos e judeus seculares; quando tiveram a oportunidade, eles procuraram aniquilar indiscriminadamente todos os judeus. O mesmo ocorre hoje em dia.  
Os muçulmanos matam judeus, sejam estes religiosos ou seculares. Não faz diferença para eles. É preciso dar grandes saltos de desconsideração da lógica, o que muitos anti-semitas estão dispostos a fazer, para chegar à conclusão de que a teoria de Koestler merece crédito. Isso fica evidente quando se considera o facto de que, antes da teoria de Koestler ser publicada em 1976, ninguém deduzira que os judeus não eram de facto descendentes de Abraão, Isaac e Jacob. 
Por mais que essa informação sobre os khazares fosse conhecida o tempo todo, especialmente pelos historiadores, ninguém, antes de Koestler, estabeleceu essa ligação de pontos. O facto de que alguém como John Bray faz longas citações extraídas de fontes judaicas para documentar a presença real dos judeus na Khazaria durante a Idade Média em nada comprova a tese de que a maioria deles era de origem gentílica. Crer nisso requer um salto muito grande sobre as verdadeiras evidências para chegar a uma teimosa conclusão. 
A teoria de Koestler é infundada e pode ser tratada como nada mais do que uma mera hipótese fortuita com pouca ou nenhuma base. O parecer de historiadores e especialistas em genealogia a respeito do povo khazar tem sido, atualmente, confirmado com o desenvolvimento da utilização do DNA como um método confiável de análise da herança genealógica de uma pessoa. 
Kevin Alan Brook,[9] um dos principais pesquisadores sobre os khazares, diz o seguinte: 
Não precisamos mais dar ouvidos a especulações. Já é FACTO comprovado que os judeus alemães se misturaram com outros judeus, quando foram para o Leste. Também já ficou claro que os antigos israelitas possuíam os mesmos padrões de DNA-Y encontrados em comum entre os judeus sefaraditas, judeus asquenazitas, judeus curdos e judeus indianos, a despeito do facto de que, basicamente, esses padrões, em parte, possam ter-se originado, anteriormente, de algum lugar no Curdistão, na Arménia, ou no Iraque. Os padrões de DNA-Y, característicos do Médio Oriente, ocorrendo nos haplogrupos J e E, não podem ser explicados pela teoria dos khazares. Contudo, algumas evidências do DNA-mt e DNA-Y Levita podem ser explicadas por tal teoria.[10] A conclusão final de Brooks sobre as origens do povo khazar é a seguinte: Em suma, os judeus do Leste Europeu descendem de uma mistura de judeus alemães e austríacos, judeus checos e judeus eslavos orientais. É possível que os judeus eslavos orientais tenham as suas raízes tanto no Império Khazar, tanto quanto no Bizantino, daí a necessidade de um estudo mais aprofundado da vida judaica nessas terras. Porém, a maior e mais influente parcela de judeus do Leste Europeu provém da Europa Central. Por essa análise podemos demonstrar que o elemento étnico dominante entre os judeus do Leste Europeu é judeu – originário do antigo povo da Judeia no Médio Oriente. [11]




Mapa da Khazaria em 850 d.C. .

Conclusão  
A Teoria Khazar tem sido completamente refutada, tanto pela pesquisa académica na história dos khazares quanto, mais recentemente, pela evidência genética, com a comprovação de que, em termos genéticos, de que os judeus procedentes de todas as partes do mundo são estreitamente aparentados com os judeus do Médio Oriente e não com gentios russos ou europeus orientais, nem com outras etnias daquela região. 
Joel Bainerman faz a seguinte observação: 
O Dr. Michael Hammer, baseado exclusivamente no cromossomo-Y (paterno), demonstrou que os judeus asquenazitas têm um relação de parentesco mais íntima com os judeus iemenitas, judeus iraquianos, judeus sefaraditas, judeus curdos e árabes, do que com populações cristãs europeias.[12] 
A pesquisa legítima nesta questão revela que apenas um insignificante percentual de judeus tem alguma herança genética através da linhagem dos khazares. Conforme foi mostrado, parece que a Teoria Khazar é apenas isso, uma teoria, por sinal não muito bem elaborada. 
A conclusão segura é a de que a maioria dos judeus que actualmente vivem em Israel e na Diáspora constitui-se de legítimos descendentes de Abraão, Isaac e Jacob. Maranata! 
(Thomas Ice - Pre-Trib Perspectives)

 Notas:youtube

  1. Encyclopaedia Judaica, vol. 10, referência ao termo “Khazars”, p. 944-54.
  2. Jordan, James B., “Christian Zionism and Messianic Judaism”, publicado na obra The Sociology of the Church: Essays in Reconstruction, Tyler, TX: Geneva Ministries, 1966, p. 176.
  3. Jordan, “Christian Zionism”, p. 176-77.
  4. Jordan, “Christian Zionism”, p. 177.
  5. Bray, John L., Israel in Bible Prophecy, Lakeland, FL: John L. Bray Ministry, 1983, p. 44.
  6. Bray, Israel, p. 44.
  7. Jordan, “Christian Zionism”, p. 178.
  8. Koestler, Arthur, The Thirteenth Tribe, Nova York: Random House, 1976.
  9. Brook, Kevin Alan, The Jews of Khazaria, Lanham, MD: Rowman & Littlefield Publishers, 2002.
  10. Brook, Kevin Alan, “Jews and the Khazars”, publicado no Fórum de Genealogia Judaica do site www.genealogy.com, em 4 de agosto de 2004.
  11. Brook, Kevin Alan, “From the East, West, and South: Documenting the Foundation of Jewish Communities in Eastern Europe”, publicado no Roots-Key, o boletim informativo da Jewish Genealogical Society of Los Angeles, vol. 24, nº 1, primavera de 2004, p. 6.
  12. Bainerman, Joel, “So What If a Small Portion of World Jewry Are Descendents of Khazars!”, publicado no site www.rense.com/general33/sowhat.htm, em 3 de janeiro de 2003.
Via Beth-Shalom


COMENTÁRIO

Leia:



O Youtube e a Internet em geral estão cheios de teorias da conspiração anti-semitas.  O anti-semitismo acompanha os tempos. Visto que é impossível desalojar Israel pela força, a nova "onda" é que os judeus não são judeus. 
Aliás: toda a gente clama que é judeu - os Ingleses, os Sul-Americanos, os Índios, os Africanos Negros, todos, todos, todos são judeus... menos os judeus!
Isto é profundamente triste e potencialmente gerador de um novo Holocausto, e demonstra o estado de loucura que o nosso mundo atravessa.
Os judeus são uma família, uma tribo, uma religião, uma nação.  Os judeus são descendentes de Abraão, Isaac e Jacob. Permanecem ININTERRUPTAMENTE, desde há 3800 anos, na Terra de Israel, que Deus lhes deu.
Mesmo os judeus da Diáspora, mantiveram, durante milénios, a sua cultura e a sua religião. 
Durante séculos, os judeus foram censurados por "não se integrarem" - leia-se por manterem a sua cultura e a sua religião, por se tem mantido judeus. Hoje, e segundo esta teoria, são censurados por "não serem judeus". 
Sempre acusados de uma coisa e do seu oposto: de serem capitalistas e comunistas, de viverem à parte e de se tentarem "inflitrar na sociedade normal", de não se converterem a outras religiões e de se converterem a outras religiões.
Como diz o texto, é a Bíblia que faz a distinção entre judeus e não-judeus.  
Nunca ninguém se lembrou de acusar os ciganos de serem racistas - nasce-se cigano ou não se nasce; não se pode ser cigano por opção, conversão ou casamento. 
Nunca ninguém se lembrou de acusar os hindus de serem racistas - nasce-se hindu ou não se nasce; não se pode ser hindu por opção, conversão ou casamento. Os hindus acham simplesmente engraçados os ocidentais que se "convertem". 


Israel é inspiração para as nações indígenas ocupadas por colonos:




Nunca ninguém se lembrou de acusar os japoneses de serem racistas - nasce-se japonês ou não se nasce; não se pode ser japonês por opção, conversão ou casamento. O Japão é uma Estado e uma Nação, tal como Israel, e é também uma religião nacional - o Xintoísmo - que, como o Hinduísmo e outras, não admite conversões.
O Judaísmo nunca foi racista. Por duas razões: porque não desconsidera as pessoas não-judias (pelo contrário; o judeu observante tem obrigação de respeitar os outros judeus, mas aos não-judeus ele é obrigado a amar). E porque sempre aceitou quem se quis juntar à tribo.
Pessoas menos informadas acham que os judeus são racistas por serem uma tribo - apesar de ser das poucas tribos (possivelmente a única) que aceita gente de fora. É, por isso, profundamente e tristemente irónico que a mais recente teoria anti-semita se baseie em questões raciais - em quem é que é judeu "de raça" e quem não é!



De repente, a questão da "raça", do DNA - uma questão tabu num mundo dominado pelo politicamente correcto, onde cada um decide o que é, passa a ser importante - passa a ser importante para decidir que os judeus não são suficientemente judeus, porque há mil e tal anos supostamente alguns indivíduos se converteram ao Judaísmo!!! 
A acusação tradicional (e FALSA!) de que os judeus não aceitam convertidos,  transforma-se no oposto: "Eles já não contam como judeus, porque aceitam convertidos!".
É a Fábula do Lobo e do Cordeiro revisitada. O Lobo acusou o Cordeiro de lhe sujar a água. O Cordeiro provou que não estava a fazê-lo, mas o Lobo argumentou: "Se não foste tu, foi o teu pai!". E comeu-o.


Há 70 anos, o Lobo comeu 8 milhões de Cordeiros na Alemanha Nazi - para não falarmos nos milhões comidos pelos comunistas. O Lobo está outra vez como fome.
E se as pessoas que acusam os judeus de não terem o direito de viver nessa ridícula migalha de terra que é hoje Israel, questionassem antes quem tem direito a viver na América do Norte e do Sul, na Austrália e na Nova Zelândia, no Norte de África, no Médio e Extremo-Oriente?



Tamanho relativo de Israel (0,02% do mundo islâmico em área) e a Austrália, um continente-país roubado aos respectivos nativos, e que não provoca a mínima comoção internacional... Em breve postaremos comparações detalhadas do "gigantesco império colonial judaico" com os outros países do mundo, os "bonzinhos"...

Norte de África? Populações nativas exterminadas pelos Árabes, que as substituíram. Escaparam apenas os coptas, os verdadeiros egípcios, hoje cristãos. 
Médio Oriente? Idem, à excepção de Israel, que os Árabes nunca conseguiram apagar do mapa, porque Deus não permite (Irritante? Não ralhe com os judeus, ralhe com Deus).
Austrália? Os nativos estão em reservas, uma espécie de parques para espécies em vias de extinção. Só em 1974 deixaram de ser considerados "fauna da Austrália".  
Nova Zelândia, Rússia, Japão, China (o Tibete, invadido pela China, e os Tibetanos alvo de etnocídio e genocídio, não preocupam quase ...)... As Américas, onde foram extintos os habitantes que lá estavam antes dos Europeus, ou sobrevivem em "reservas"... 

Israel e o mundo islâmico...



No mapa do mundo de hoje, vemos incontáveis Estados erguidos  sobre as cinzas de sociedades arrasadas, de genocídios totais.
Israel é um dos mais antigos Estados - Nação do Mundo. Israel, que nunca invadiu nem atacou ninguém, é mandado extinguir-se e entregar-se ao genocídio, às mãos dos colonos árabes que invadiram a Terra Santa em 1920. Israel é obrigado pelo mundo a "dialogar" com terroristas sanguinários como Arafat, enquanto o resto do Mundo os mata os Bin Ladens, em tudo iguais.
Anti-semitismo é doença metal. E moral. E espiritual. É a marca distintiva de Amalaek e Edom.