Os Árabes israelitas são bem sucedidos, felizes e integrados na sociedade israelita
O Estado judaico proporciona igualdade de direitos a todos os cidadãos, independentemente da sua origem étnica, da sua religião ou de qualquer outra característica pessoal. Judeus, árabes, beduínos, drusos, em Israel todos podem atingir seu pleno potencial.
Os árabes israelitas estão integrados em todas as facetas da sociedade israelita. Há membros árabes doKnesset(o Parlamento de Israel) e um juiz árabe - Salim Joubran - preside ao Supremo Tribunal de Israel. Árabes servem no IDF (Forças de Defesa de Israel), jogam por equipas desportivas nacionais de Israel e ocupam posições de topo nos sectores privado e público.
Há 13 coronéis drusos no IDF e a participação dos drusos nas Forças Armadas é superior a 90%. Na Universidade de Tel-Aviv e na Universidade de Haifa 25% dos estudantes são árabes, beduínos ou drusos. Os critérios de admissão são iguais para todos.
Israel é um país democrático, como Portugal ou o Brasil, que, sendo tradicionalmente judaico-cristãos e assumindo essa matriz, não deixam de proporcionar igualdade de direitos a todos os cidadãos.
Alguns contestam que Israel seja um Estado judaico. Mas não contestam qualquer dos inúmeros Estados muçulmanos. Ou de qualquer outra matriz cultural/Histórica/religiosa.
Israel é apenas 0,02% do Mundo Muçulmano em área. Os muçulmanos são 25% da Humanidade (1 em cada 4 pessoas no globo é muçulmana). Os judeus são apenas 0,17% (menos de 1 em cada 2.000 pessoas é um judeu). E os judeus israelitas ainda são menos.
Em NENHUM país árabe ou muçulmano existe Liberdade, Democracia e Direitos Humanos. No Ocidente, e em Israel, os muçulmanos são livres. Mas isso não é suficiente para os detractores de Israel.
Alguns membros árabes do Knesset contestam a existência de Israel e apoiam o terrorismo.
Assista ao vídeo, e constate que os inimigos de Israel espalham mentiras sobre o Estado judaico, enquanto beneficiam da sua benevolência.
Não existe qualquer problema com a população judaica, cristã, beduína, drusa, arameia, etc., etc.. Os problemas existem unicamente com alguns árabes muçulmanos, cuja religião ordena a luta contra os "infiéis". Exactamente o que se passa na Europa, nos países em que a percentagem de muçulmanos chegou à marca crítica dos 10%.
Israel foi vítima da invasão islâmica, em 1920. Agora é a nossa vez. Que pena que não saibamos aprender com os exemplos alheios...
Em 11 de Outubro de 2006, num discurso para a task-force Americana para a Palestina, [1] a Secretária Condoleezza Rice afirmou que os árabes palestinos sentem "a humilhação diária da ocupação." Os palestinos dizem que se sentem humilhados e molestados quando as autoridades israelitas os revistam e aos seus pertences; quando são impedidos de "viajar mais livremente" por causa dos postos de controle, dos bloqueios de estradas, e outras medidas de segurança.
"Estudiosa da História Internacional"
Condoleezza considera-se "uma estudiosa de História Internacional." O Direito Internacional, a Carta das Nações Unidas, e o artigo 80 da Carta da ONU reconhecem implicitamente o Mandato da Liga das Nações [Mandato para a Palestina]. Este mandato concedeu aos judeus o direito irrevogável de se estabelecerem na área da Palestina - em qualquer lugar entre o rio Jordão e o Mar Mediterrâneo [2] Condoleezza deve estar familiarizada com o professor Eugene V. Rostow, um renomado especialista mundial do Direito Internacional que serviu como decano da Yale Law School (1955-1966), que mais tarde se tornou Subsecretário de Estado dos EUA, e que em 1967 fez parte da Resolução 242 da ONU. Ele explica: [3] "Os mandatos da Liga das Nações têm um estatuto especial no Direito Internacional. Eles são considerados, de facto, 'compromissos sagrados.'" "Segundo o Direito Internacional, nem a Jordânia nem os "povos" árabes palestinos da Cisjordânia e da Faixa de Gaza têm razão para a reivindicação da posse soberana dos territórios ocupados."
"... O mandato nega implicitamente reivindicações Árabes e direitos políticos nacionais na área em detrimento dos judeus; o mandato reservou o território para o povo judeu, para a sua autodeterminação e desenvolvimento político, em reconhecimento da ligação histórica do povo judeu com a terra. Lord Curzon, que era então o Ministro dos Negócios Estrangeiros britânico, fez essa leitura explícita do mandato. Resta apenas a teoria de que os habitantes árabes da Cisjordânia e da Faixa de Gaza têm uma reivindicação inerente a um "direito natural" sobre a área. Nem o Direito Internacional consuetudinário nem a Carta das Nações Unidas reconhecem que cada grupo de pessoas que afirmam ser uma nação tem o direito de um Estado próprio.
"... É uma regra essencial para a paz internacional que reivindicações de autodeterminação nacional sejam afirmadas apenas através de meios pacíficos. O uso da força para reivindicar tais alegações é e deve ser estritamente proibido pela Carta das Nações Unidas ".
"Humilhação"
Em Israel, cada israelita é revistado diversas vezes durante o decurso de um dia. Os israelitas são convidados a abrir as suas malas e bolsas para inspeção. Na maioria dos casos, eles são submetidos a revistas corporais com um detector de metal todas as vezes que entram num banco ou numa estação de correios, que compram uma garrafa de leite no supermercado, entram num centro comercial ou numa estação de comboios, visitam um hospital ou uma clínica médica. Homens, mulheres e jovens israelitas são fisicamente revistados em busca de cintos de explosivos antes de entrarem em discotecas.
Os carros dos israelitas são revistados de cada vez que entram num parque de estacionamento. Diariamente, os condutores são sujeitos a operações de segurança que causam engarrafamentos enormes, quando as forças de segurança israelitas estão em perseguição de bombistas suicidas que se acredita terem entrado Israel.
Estas humilhações diárias comuns estendem-se a procedimentos semelhantes quando os israelitas vão a casamentos ou bar mitzvahs. Ninguém no exterior fala sobre a humilhação a que os judeus em Israel são submetidos, quando têm que escrever na parte inferior de convites de casamento e outros eventos de ciclo da vida, "O local será protegido [por guardas armados]" - para garantir a segurança dos parentes e amigos que vão assistir e partilhar a sua ocasião feliz.
Até ao momento, ninguém protestou contra o facto de que, desde os anos de 1970, os estudantes judeus em Israel têm que viver rodeados por cercas, com guardas armados nas portas e pátios da escola.
Nem uma aldeia árabe em Israel ou nos territórios tem uma cerca em torno dela. Guardas não são necessários em lojas árabes, cafés, restaurantes, cinemas, salões de festas ou escolas - tanto em Israel como nos territórios. Os palestinos também não precisam de guardas armados para acompanhar cada viagem escolar, caminhada de movimento juvenil ou acampamento. Eles não são alvos do terrorismo.
As crianças árabes nunca foram deliberadamente atacadas por judeus, enquanto os árabes deliberadamente assassinam jovens judeus em internatos, estudantes de liceu em viagens nocturnas e adolescentes em caminhadas pela Natureza. Árabes palestinos atacaram autocarros escolares judeus que transportavam crianças do ensino básico, assassinaram duas crianças que brincavam numa caverna perto das suas casas, mataram uma criança numa creche e assassinaram crianças pequenas que se esconderam debaixo da cama - para além de onda após onda de ataques suicidas.
A liberdade de movimento dos israelitas é comprometida diariamente, quando inúmeros cidadãos procuram evitar áreas congestionadas ou eventos, são forçados a alterar as suas rotinas diárias circulando por ruas laterais aos distúrbios, evitam viajar perto de autocarros públicos, ou simplesmente deixam inteiramente de frequentar o coração da sua própria capital. A maioria das excursões escolares foram cancelados ou reduzidos durante os últimos quatro anos.
É dito aos israelitas para tentarem passar despercebidos quando viajam para o exterior - é-lhes recomendado que não falem Hebraico em público e que não usem roupas que revelem as suas origens judaicas / israelitas. Por outro lado, os árabes que frequentam as cidades judaicas em Israel vestem a sua roupa tradicional árabe sem medo de serem atacados ou molestados.
Na verdade, Secretária Rice, o israelita médio é "humilhado e assediado" muito mais vezes por dia do que o palestino comum.
Contribuição para sociedade civilizada? Fazer a paz com um povo que celebra o assassínio em massa?
Você acredita que os árabes palestinos "têm muito para dar à comunidade internacional e a todos nós".Na verdade, culturalmente, os palestinos não são diferentes de outros árabes. As únicas contribuições de que os palestinos podem reivindicar crédito são a invenção da pirataria aérea para fins políticos na década de 1960, e, ultimamente, um tipo especial do terrorismo suicida que usa os seus próprios filhos bombas humanas para fazerem explodir pizzarias, discotecas, e transportes públicos.
Michael B. Oren, que escreve no Wall Street Journal, pergunta: "Como pode haver paz com um povo que celebra o assassinato em massa?"
"Não há, obviamente, nada de novo sobre os palestinos aplaudindo o terror. Durante a Guerra do Golfo em 1991, eles dançaram nos telhados em louvor de mísseis Scud iraquianos chovendo em bairros israelitas. Mais uma vez, em meados da década de 1990, após as bombas nos autocarros em Israel que mataram dezenas de pessoas - uma deles foi a minha cunhada - cerca de 70.000 palestinos encheram um estádio de Gaza para animarem uma reencenação do massacre. As mortes de mais de 3.000 norte-americanos em 11 de Setembro foram outro motivo para dançar nas ruas palestinas, embora os homens de Arafat tivessem proibido a cobertura jornalística da festa". [4]
Condi; para os judeus, a construção de um futuro nunca foi fácil. A segregação foi um aspecto constante na sua vida.
De um relatório da Comissão Real Palestina depois de visitar a Palestina em 1937: [5]
"A cada ano que passa, o contraste entre esta comunidade intensamente democrática e altamente organizada moderna [judaica] e o antigo mundo árabe ao redor dela torna-se mais nítida, e mais que tudo, talvez, de forma mais acentuada no seu lado cultural. A produção literária do Lar Nacional Judaico é fora de proporção em relação ao seu tamanho."
"É o mesmo com a Ciência. O Instituto Daniel Sieff Research [hoje Instituto Weitzman em Rehovot está equipado com os instrumentos mais modernos e delicados; as experiências lá realizadas são seguidas por químicos em todo o mundo; mas das suas janelas podem ser vistas as colinas habitadas por camponeses obtusos que consideram o Instituto apenas como a manifestação de um poder que eles odeiam e temem, e que gostariam, sem dúvida, quando o seu sangue ferve, de destruir."
"Falando no geral, seja o judeu que deixou uma vida confortável, num ambiente culto e agora passa os dias a cavar os campos e a noite numa casa vazia, ou seja o judeu que veio de um gueto polaco e agora trabalha numa fábrica em Tel Aviv, o sentimento dominante de ambos é uma enorme sensação de fuga. Os campeões do Sionismo sempre afirmaram, e estão agora a provar, que um judeu libertado de um ambiente anti-judaico e "restaurado" na Palestina, não seria apenas se sente livre como nunca sentira antes, como também adquiriu uma nova auto-confiança, um novo entusiasmo na vivência da sua consciência que está envolvido numa grande tarefa construtiva.
A Política EUA fez a mudança?
Em 30 de Junho de 1922, uma resolução conjunta de ambas as Câmaras do Congresso dos Estados Unidos aprovou, por unanimidade, o Mandato para a Palestina - o direito irrevogável de os judeus se estabelecerem na área da Palestina - em qualquer lugar entre o Rio Jordão e o Mar Mediterrâneo [6]
Em 21 de Setembro de 1922 - o presidente Warren G. Harding, (o vigésimo nono presidente 1921-1923) assinou a resolução comum de aprovação para estabelecer uma pátria judaica na Palestina.Os factos falam por si - A verdade nem sempre ganha, mas está sempre certa.
[1] Ver texto completo em: http://www.state.gov/secretary/rm/2006/73895.htm. [2] Consultar documento: http://middleeastfacts.org/content/UN-Documents/Mandate-for-Palestine.htm. Comentário: http://www.mythsandfacts.com/Conflict/mandate_for_palestine/mandate_for_palestine.htm#B1. [3]Eugene V. Rostow Biography em: http://www.law.yale.edu/YLR/pdf/ylr50-2/Rostow.pdf. [4] Para uma descrição da "cultura de glorificação da morte",que empurra adolescentes imaturos para se fazerem explodir em pedacinhos, guiados pela "promessa de "setenta virgens quando chegarem ao Paraíso", ver: Michael B. Oren, “Palestinians Whoop It Up: How can there be peace with a people that celebrates mass murder?”, The Wall Street Journal Opinion Journal em: http://www.opinionjournal.com/extra/?id=110002113. (11593). [5] Relatório Palestine Royal Commission. Julho 1937, cap V, 110/556 [6]"Resolvidopelo Senado eCâmara dos Representantesdos Estados Unidosda Américano Congresso.Que os Estados Unidosda Américafavoreçam o estabelecimentona Palestinade um lar nacionalpara o povo judeu, sendo claramente entendidoque nada seráfeito que possaprejudicar os direitos civise religiosos doscristãose de todas asoutras comunidadesnão-judaicasna Palestina, eque os lugaressantose edifícios religiosose locaisna Palestinadevem ser adequadamente protegidos."
Há muito que o esperávamos. O blogue AMIGO DE ISRAEL foi censurado.
Como é característico dos déspotas, o Google e o Facebook não nos explicaram porquê.
Mas também não é preciso. Foi por dizermos a VERDADE.
São estes os tempos que vivemos. Não se iludam. Estamos a caminho de um regime pior que o da Alemanha nazi. Congrega as piores ideologias que o mundo já conheceu.
Tenho um amigo que odeia Israel porque afirma que o país "rouba a água aos árabes para eles passarem sede".Na Idade Média, os judeus eram acusados de envenenar os poços. Agora, são acusados de roubar água.Nada mudou.
Acresce a isto a pobreza chocante dos árabes que vivem na dependência de organizações terroristas milionárias como o Hamas ou a Fatah, que gastam os seus milhões em armamento para matar judeus, em treino e prémios para os terroristas e em vida faustosa dos seus líderes. Não vos vamos bombardear com hiperligações, mas o blogue está cheio de provas do que afirmamos.
O mega-terrorista Mahmoud Abbas, líder da Autoridade Palestina, tem diversos palácios, aviões particulares e mansões em todo o Mundo. Obriga o seu povo a viver na miséria para poder acusar os judeus. A estratégia resulta. O meu amigo, um ilustre médico com várias licenciaturas, vê as imagens das criancinhas vergadas ao peso dos jerricans de água e passa-se dos carretos. Culpa os judeus. Enviei-lhe este artigo. Deixou de me falar.
O texto completo da dissertação de Burkart pode ser descarregado no final deste artigo. A tese inclui muitos documentos originais.
Entre eles, as actas das reuniões e os acordos assinados pelo comité conjunto judaico e árabe para a gestão da água.
Até agora grande parte da literatura sobre o conflito israelo-árabe sobre a água adoptava o discurso da "Palestina" (grande maioria) ou o discurso israelita (pequena minoria).
A tese intitulada "A Politização dos Acordos de Oslo sobre a Água", escrita por Lauro Burkart, um graduado suíço do Instituto de Estudos de Desenvolvimento Internacional, de Genebra, dá uma imagem mais precisa e imparcial do tema da escassez de água da "Autoridade Palestina".
Burkart entrevistou muitos actores-chave no conflito sobre a água, palestinos e israelitas, bem como representantes de ONG's e países doadores. Também examinou vários documentos originais, tais como as actas das reuniões da Comissão Conjunta de Águas Israelo-Palestina (JWC).
É espantoso o que acontece quando uma terceira parte, de forma objectiva e independente, pesquisa a verdade: um suíço fez uma tese sobre o uso da água na Judeia e Samaria, e descobriu que a Autoridade Palestina usa a água como arma política contra Israel!
Aqui estão algumas das conclusões mais importantes da tese de Burkart:
CONCLUSÕES
As metas dos segundos acordos sobre a água de Oslo foram alcançadas em relação às quantidades de água fornecida à população palestina (178 milhões de metros cúbicos / ano em 2006). Os acordos de água de Oslo estimaram que as necessidades acabariam por ser de 200 milhões de metros cúbicos por ano. A Comissão Mista da água funcionou bem nos primeiros anos seguintes à assinatura do acordo, mas desde 2008 a cooperação vive num impasse.
Os factos divulgados pelos palestinos e pelas organizações doadoras internacionais sobre as causas da escassez de água na Cisjordânia estão incorretos.
Burkart escreve: "Não é a política de ocupação israelita, mas a resistência política palestina contra a gestão e cooperação conjunta que é responsável pelo desenvolvimento relativamente lento do sector da água palestino e pela deterioração da situação dos direitos humanos nos territórios palestinos" e "Há provas convincentes de má gestão no âmbito da Autoridade Palestina da Água (PWA)".
Ele cita a ONG pró-palestina AMAN, que concluiu que "não há separação jurídica clara entre os níveis político e executivo no âmbito das instituições palestinas de água. Até o momento não há nenhuma lei da água em funcionamento real. Além disso, o Conselho Nacional da Água não está a cumprir o seu papel e não funciona bem".
Embora a PWA tenha embarcado num processo de reforma institucional em reação aos críticos internacionais como o Banco Mundial, isso não resolveu o problema de má gestão no âmbito da instituição.
O chefe do grupo palestino Hydrology classificou a reforma como um "mecanismo de captação de recursos".A PWA também não conseguiu ganhar o controle sobre muitos municípios (onde Israel não tem nenhum controle) devido à maneira autocrática e antidemocrática em que eles são geridos.
Esses detentores do poder não querem perder o controle dos sistemas de água, uma vez que é um dos principais serviços prestados pelos municípios. Como resultado, o abastecimento de água não é centralizado e a perfuração ilegal é galopante.
O facto de que a AP paga para a maioria das contas de água da população palestina não dá nenhum incentivo para a poupança e conduz a uma utilização excessiva de água na esfera doméstica, bem como no sector agrícola.
SHADAD ATTILI
Shaddad Attili com o mega-terrorista e multimilionário Mahmoud Abbas
Burkart também entrevistou Dr. Shaddad Attili, chefe da PWA (Autoridade Palestina da Água), que foi nomeado em 2008. Attili, um membro do Fatah, é responsável pelo fim de facto da cooperação com Israel, a fim de reforçar as reivindicações palestinas de direitos de água. Attili forçou o fim da cooperação para reforçar a posição da Fatah após a vitória do Hamas nas eleições palestinas.
Esta política é conduzida à custa da população palestina marginalizada e periférica, que está a sofrer de falta de água. Burkart escreve que a abundância de dinheiro dos doadores permitiu a Atilli continuar a estratégia de não colaboração que levou a uma completa estagnação das negociações da água durante os últimos cinco anos.
Esta políticaé conduzidaà custada população palestinamarginalizada eperiférica,queestá a sofrer defalta de água.Burkartescreveque a abundância dedinheiro dos doadorespermitiu a Atilli continuara estratégia denão colaboraçãoquelevou a umacompleta estagnaçãodas negociações daáguadurante osúltimos cinco anos.
DESPERDÍCIO DE ÁGUA
A população árabe sob a jurisdição da Autoridade Palestina é usada como os escudos humanos em Gaza pelo Hamas. É sacrificada em prol da propaganda anti-Israel.
Um dos resultados da recusa em colaborar com Israel é que a quase totalidade das águas residuais (52 milhões de metros cúbicos) geradas pela população palestina fluem sem tratamento em Israel e na Cisjordânia, onde contaminam os recursos hídricos subterrâneos comuns. No entanto, os palestinos afirmam que Israel está a bloquear as suas infra-estruturas de águas residuais. Os factos são que a maioria dos projetos palestinos de tratamento e reutilização de águas residuais receberam financiamento estrangeiro e foram apoiados por Israel.
A AP, porém, não tomou medidas suficientes para executar esses projectos. Ao invés, a AP alega que Israel está a exigir um nível excessivamente elevado de tratamento (BOD 10/10). Contudo, um memorando de entendimento da JWC de 2003, que foi assinado por ambas as partes, atesta que estas chegaram a acordo sobre um processo gradual para atingir este padrão (começando com BOD 20 / 30).
Após uma reunião em Novembro de 2011 entre o coronel Avi Shalev da administração civil e funcionários da PWA sobre a implementação dos projectos de água palestinos, Israel ofereceu-se para financiar os projetos de água e de águas residuais que sirvam comunidades palestinas na Cisjordânia. Outra solução que poderia resolver a crise da água na AP é a dessalinização da água do mar. Na verdade, Israel fez uma oferta aos palestinos para construir uma unidade de dessalinização em Hadera, a sul de Haifa, e bombear a água dessalinizada para o norte da Cisjordânia. Os palestinos rejeitaram esta solução, uma vez que iria colocar Israel numa posição de prestígio na Cisjordânia.
DESSALINIZAÇÃO
Outra razão para essa rejeição tem a ver com os direitos da água, uma vez que os palestinos reivindicam os aquíferos de montanha.
O próprio Attili retirou uma equipa de peritos da PWA de um programa de dessalinização israelita, usando o argumento de que Israel unilateralmente destruiu um número de poços ilegais na Cisjordânia. Isto provou-se ser outro exemplo da campanha de propaganda do Attili.Israel respondeu após Attili ter reclamado sobre o fecho dos poços, numa carta dirigida à comunidade internacional.
A decisão de encerrar esses poços foi feita pelo Comité Misto de Água. Depois que vários lembretes enviados para a PWA, que reiterou a sua intenção de executar a decisão da comissão conjunta, a JWC. Nada aconteceu entretanto. Quatro anos após a decisão ter sido tomada, Israel decidiu executá-la, já que a perfuração ilegal diminui a quantidade de água produzida por poços legais e causa danos aos principais aquíferos.
A ÁGUA COMO ARMA
É óbvio que a estratégia de não cooperação de Attili está ligado à mudança geral na estratégia da AP em relação a Israel desde 2008. A água tornou-se uma arma contra a chamada ocupação israelita.
IsmailHaniyeh, primeiro-ministro da organização terrorista Hamas, que domina Gaza, às vezes passa sede! Aqui, por exemplo, dá o copo de whisky a esconder à sua amante canadiana! Não fica bem a um comendador dos crentes ser apanhado pela Imprensa com a boca no gargalo - e ainda por cima tratando-se de "álcool sujo do imperialismo"!
O mito de que «Israel mata os palestinos, coitadinhos, à sede», é um daqueles clássicos que ultrapassam toda a racionalidade. É como o mito dos «palestinos» de Gaza, que, segundo certa opinião pública, são «obrigados a escavar a terra com as próprias mãos, para poderem comer».
E depois, a realidade é esta:
- Ler "Os Túneis de Gaza" e assistir a este discurso do inefável primeiro-ministro doHamas,IsmailHaniyeh, que em 24 de Fevereiro último, fez mais este discurso verdadeiramente Hitleriano, apelando a todo o tipo de terrorismo contra Israel, nomeadamente ao uso dos túneis para assassinar cidadãos israelitas:
Mas vamos à água:
Uma tese de pós graduação de um estudante suíço disseca uma realidade chocante: A
Autoridade Palestina usa a água como arma política contra Israel.
É espantoso o que acontece quando uma terceira parte, de forma objectiva e independente, pesquisa a verdade: um estudante suíço fez uma tese sobre o uso da água na Judeia e Samaria, e descobriu que a Autoridade Palestina usa a água como arma política contra Israel!
Entre as principais conclusões do Lauro Burkart:
A Comissão Mista de Água funcionou bem nos primeiros anos após a
assinatura do acordo, mas desde 2008 a cooperação chegou a um impasse.
Os factos divulgados pelos palestinos, pelas organizações
internacionais e pelos doadores, sobre as causas da escassez de água na
Cisjordânia estão incorrectos.
O Conselho Nacional da Água da Autoridade Palestina (AP) não está a cumprir e não funciona bem.
O abastecimento de água palestino é gerido de forma
descentralizada e autocrática pelos detentores do poder local, não
interessados em reformas.
As pessoas não têm nenhum incentivo para conservar a água porque a AP paga as contas de água de grande parte da população.
Burkart
escreve: "Não é a política de ocupação israelita, mas a resistência
política palestina contra a gestão e cooperação conjunta que é
responsável pelo desenvolvimento relativamente lento do sector da água
palestino e pela deterioração da situação dos direitos humanos nos
territórios palestinos" e "Há evidências convincentes de má gestão por parte da Autoridade Palestina de Água (PWA)".
Roubo de água por parte da AP
Oimpressionante relatório também aborda as razões sórdidas da Fatah para acabar com a cooperação em matéria de água, a rejeição das propostas israelitas para
projectos de esgoto e dessalinização, e muito mais.
Nota: Israel não está a "ocupar" a Judeia e Samaria (vulgo "Cisjordânia" ou "Territórios Ocupados"). Não só os judeus vêm da Judeia (daaahhhhh...) como esses são territórios israelitas, à luz do Direito Internacional, como este blog tem demonstrado exaustivamente (ver p. ex. este post)...
- Os
historiadores do futuro vão ter vergonha de ver como desde a última
guerra mundial, o mal está envolvido na decadência dos espíritos, através da desinformação e da intriga. Nenhuma mentira ou engano bate a da "causa palestina", pura invencionice, como a História tem provado uma e outra vez. E você, escolhe o lado do povo honesto ou dos gangsters?
«Este mitoé um dosmuitos que foram criados para roubar aHistória dos judeus, na tentativa de apagar a ligação deste povo aoMédio Oriente.Quando aAutoridade Palestinianafoi estabelecida em 1994, começou imediatamente uma campanha paradeslegitimar Israele reescrevera História com aintenção de negaro direito de Israelexistir.
Entre outras falsas alegaçõesavulta a de que os restosdo Templode Salomão- oMuro Ocidental -são os restos damesquita de Al-Aqsa. A pseudo Mesquita de Al-Aqsa foi deliberadamenteconstruída em cimado Templo depoisda conquista muçulmanapara humilharos vencidos.».
- Nota do nosso amigo João Monteiro, com quem muito aprendemos e de cuja sabedoria ambicionamos um dia possuir uma fracção:
Sobre o mito de Jerusalém ser a terceira cidade santa do Islão, ele tem
origem em 691 quando o Califa Abd el-Malik ibn Marwan, cujo califado
durou de 685 a 705, constrói o Domo da Rocha (a mesquita da cúpula
dourada) no Monte do Templo em Jerusalém, onde antes estiveram os
Primeiro e Segundo Templos Judeus. Procurando consolidar a sua liderança
e o estabelecimento de um local de culto para os seus seguidores na
altura em que o anti-Califa Abdullah ibn Zubayr controlava Meca, Abd
el-Malik proibiu as peregrinações a Meca, tendo declarado que foi do
Monte do Templo que Maomé fez a sua ascensão ao Céu no seu cavalo alado
Al Burak. Para além da alegação mitológica, não existe qualquer
documento histórico que prove que, alguma vez, sequer, Maomé tenha
estado em Jerusalém que não é mencionada uma única vez no Corão. Em 701 é
concluída a construção da mesquita de Al-Aksa, também no Monte do
Templo (“al-aksa” – “a mais afastada”) cujo nome foi atribuído por Abd
el-Malik em alusão a um versículo do Corão que refere a fuga de Maomé de
Meca para Medina e com o objectivo da consolidação do seu poder
político ao dar importância a Jerusalém em detrimento de Meca e Abdullah
ibn Zubayr. Por aqui se ficou a “importância” de Jerusalém para o
Islão, o que foi bem demonstrado em 18 de Fevereiro de 1229, durante a
Sexta Cruzada, quando após um acordo entre o Sultão egípcio al-Kamil e o
Imperador do Sacro Império Romano Frederico II, em que aquele entregou a
este, entre outros, o domínio de Jerusalém, o Sultão afirmou, a
propósito de Jerusalém e justificando a sua entrega, que não tinha
cedido nada mais que igrejas e ruínas. Jerusalém só volta a ter
importância para os Árabes a partir de 1967, após a reconquista da
cidade por Israel na Guerra dos Seis Dias e apenas como arma política
contra Israel. De facto, desde aquela data e nos últimos tempos com uma
cada vez maior desfaçatez a partir do momento em que a “Palestina” foi
aceite como membro da UNESCO em violação flagrante dos estatutos daquela
organização da ONU, os Árabes “palestinianos” procuram apropriar-se de
tudo o que é pertença do Povo Judeu (o Túmulo dos Patriarcas em Hebron, o
Túmulo de Raquel, o Muro Ocidental, o próprio Monte do Templo, apenas
para mencionar alguns e não há quem ponha cobro a este descarado roubo
cultural, histórico e de território!
O Muro das Lamentações em directo, este é um de muitos sites que lhe permitem "estar" em Jerusalém em qualquer parte do mundo e a qualquer hora.
«O Corãonão mencionaJerusalém, porqueMaoménunca pisou sequera cidade.Jerusalém foi conquistada pelosexércitos muçulmanosem636, após a morte de Maomé.Os Jihadistasmuçulmanosafirmam que oCorão menciona"a mesquitadistante"- Al-Aqsa, em árabe - e que issoé uma referênciacorânicaa Jerusalém.
Isso é uma mentira. AMesquita de Al-Aqsa em Jerusalémnão tinha sidoconstruída quando oAlcorão foiescrito, entãoa referência épara alguma outra(ou qualquer outra) "mesquita mais distante."
Em contraste, Jerusalém ée sempre foiuma cidade sagradapara os judeus.Asorações diáriasdos judeusestão focados emJerusalém.A Bíblia hebraicamencionaSião e Jerusalémum total de 809vezes.»