segunda-feira, 7 de janeiro de 2019

Judeia e Samaria são Israel



AIPAC comemora 50 anos da libertação de Jerusalém 



Centenas de participantes da conferência AIPAC de 2017 uniram- se aos representantes do governo israelita para celebrar o 50º aniversário da libertação de Jerusalém, Judeia e Samaria.

Quatro ministros do governo, dois cônsules gerais e 350 participantes na conferência política anual da AIPAC em Washington e realizaram uma comemoração do 50º aniversário da reunificação de Jerusalém e da libertação da Judeia e da Samaria, durante a Guerra dos SeisDias.

O evento foi organizado por Oded Revivi, presidente do município de Efrat e representante das comunidades judaicas na Judeia e Samaria, e Dani Dayan, predecessor de Revivi, que actualmente serve como cônsul geral de Israel em Nova Iorque. Estiveram presentes o ministro da Construção e Habitação, Yoav Galant (Kulanu), o ministro das Comunicações, Tzahi Hanegbi (Likud), o vice-ministro da Defesa, Eli Ben Dahan, e o vice-ministro dos Negócios Estrangeiros, Tzipi Hotovely (Likud). Os participantes também tiveram a oportunidade de experimentar produtos da Judeia e Samaria, incluindo vinho, tâmaras, halva e cosméticos do Mar Morto.

O ministro da Habitação e Construção, Yoav Galant, disse que as montanhas da Judeia e Samaria são um activo estratégico para o Estado de Israel. Hanegbi acrescentou:  

"A defesa é importante, e a segurança é importante. Mas a coisa mais importante é a nossa reivindicação moral. Estamos empenhados em viver na nossa terra histórica - uma terra que nos foi dada não pelo Google ou pela Wikipedia, mas pela Bíblia. Pelo Rei David, Rei Saul, Rei Salomão, Abraão e outros. Este é o nosso direito de primogenitura, e vamos exigir os nossos direitos sobre esta terra para sempre".

Outros falaram sobre a necessidade de fortalecer o controlo de Israel sobre Jerusalém, Judeia e Samaria, incluindo as novas comunidades e mover a embaixada dos Estados Unidos para a capital israelita.

"Estamos empenhados em fazer tudo o que estiver ao nosso alcance para fortalecer a presença israelita na Judeia e Samaria, melhorando estradas, infra-estrutura, leis e tudo o que precisa ser feito para garantir que haverá 1 milhão de israelitas que vivem na Judeia e Samaria", disse Ben Dahan.

Por: Andrew Friedman / TPS via United With Israel


 Confira o tamanho relativo de Israel e de outros países. Israel, que é o,5% do Médio Oriente, não pode dar mais terra aos invasores islâmicos. Porque fica impossível de defender. Mas também porque Jerusalém, a Judeia e Samaria são Israel. Os invasores árabes já têm a Jordânia, que usurpou, à partida, 88% do território israelita.

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Já não é a primeira vez que aqui demonstramos (se dúvidas houvesse) que a Judeia e Samaria são Israel, como o Minho ou o Alentejo são Portugal:


Usem as palavras CORRECTAS


Admitir a criação de um Estado Árabe na Judeia e Samaria seria como admitir a criação do Nzingalis, o "Estado" Africano que alguns querem alojar em território português.



'Judeia e Samaria é Israel', diz ministro da Habitação e da Construção

 "A defesa é importante e a segurança é importante, mas a coisa mais importante é a reivindicação moral de Israel".



A reivindicação da nação judaica sobre a Terra de Israel vem da Bíblia judaica, não do Google, declarou o ministro israelita Tzachi Hanegbi num evento realizado em apoio às comunidades israelitas na Judeia e Samaria, dentro das fronteiras finais do Estado de Israel.

"A defesa é importante e a segurança é importante, mas a coisa mais importante é a reivindicação moral de Israel. Estamos empenhados em seguir em frente com a vida na nossa terra ancestral, terra que não nos foi dada pelo Google ou pela Wikipédia, mas pela Bíblia", disse ele em Washington na terça-feira,  informou o
Jerusalem Post.

O evento em que Hanegbi falou foi organizado pelo Conselho das Comunidades Judaicas da Judeia e Samaria para marcar o próximo 50º aniversário da Guerra dos Seis Dias, intitulado "Celebremos os 50 Anos de Rejuvenescimento na Judeia e Samaria".


O ministro da Habitação e Construção, Yoav Galant, afirmou que "para nós, Judeia e Samaria são Israel".

"Não há maneira de Israel poder existir" sem o Vale do Jordão e as montanhas da Samaria, disse ele, de acordo com o Post. "Naturalmente, é difícil ter uma Jerusalém forte sem [as comunidades israelitas vizinhas de] Givat Ze'ev, Ma'aleh Adumim, Gush Etzion e todos esses lugares".

"[A Guerra dos Seis Dias] foi uma guerra justa. E uma defesa justa. Mas, o mais importante, foi baseada numa reivindicação justa. Uma reivindicação justa do povo judeu sobre [as áreas bíblicas de] Beit El, Shechem, Jerusalém e Hebron", disse a vice-ministra dos Negócios Estrangeiros Tzipi Hotovely.


"Deixe-me dizer uma coisa: se esses lugares não são judeus, quem pode dizer-me que [as cidades modernas de] Herzliya, Rehovot, Rishon Letzion e Tel Aviv são judaicas?", disse Hotovely. "Eu digo sempre que a 'ocupação' é um mito, porque nunca ocupámos a terra de outras pessoas. Esta é a terra judaica [Judeia e Samaria]. Esta deve ser para sempre uma terra judaica sob a lei israelita".

Via United With Israel.



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Jerusalém Oriental, Judeia e Samaria não são território ocupado, afirma o ministro da Educação, Naftali Bennett.

É hora de aplicar a lei israelita à Área C - 60 por cento da Judeia e Samaria, onde 450 mil judeus e 70 mil a 80 mil árabes vivem, declarou o ministro da Educação, Naftali Bennett, presidente do partido Bayit Yehudi (Casa Judaica).



Jerusalém Oriental, Judeia e Samaria, ocupadas pela Jordânia durante 19 anos, foram libertadas pelo IDF (Forças de Defesa de Israel) em 1967, Bennett esclareceu.Israel deve declarar a sua posição claramente, continuou ele. O minúsculo Estado judeu, do tamanho de Nova Jersey, está cercado por terror islâmico, incluindo Gaza controlada pelo Hamas, e não se pode aceitar um segundo Estado palestino na Judeia e Samaria.

Há muito tempo que todas as embaixadas estrangeiras no país deviam ter-se deslocado para Jerusalém - a capital judaica há mais de 3.000 anos, disse Bennett, acrescentando que Israel não pode ser intimidado por ameaças da violência.

"Temos que fazer o que está certo e nunca ceder a ameaças. Jerusalém é a nossa casa", afirmou Bennett.




Via United With Israel 

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Breve comentário

A maior parte das reservas de petróleo do Mundo estão sob solo islâmico. Os judeus, que sempre foram descartáveis, são-no ainda mais quando a contrapartida para a sua extinção é estar de bem com os Senhores do Petróleo.

O conflito entre Israel e os seus vizinhos muçulmanos tem como ÚNICO motivo estes não aceitarem a existência de judeus e muito menos do Estado Judaico.

Desde 1948 (ano da restauração da independência de Israel), apenas 0,3% dos 11 milhões de muçulmanos mortos em conflitos no Médio Oriente foram TERRORISTAS mortos por Israel. 

Mas os países que também matam terroristas, mas sem olhar às mortes de civis que causam, condenam Israel:



A pressão ocidental para a criação de mais um Estado Árabe inventado, nas terras israelitas (depois da Jordânia e de Gaza), destina-se apenas a possibilitar, finalmente, a destruição de Israel.

Israel só pode, por isso, contar consigo mesmo. Como sempre. Israel está mais que coberto de razão, como explica aqui em baixo Naftali Bennet, mas o mundo é imune à força da razão. Resta a razão da força.

FORÇA, ISRAEL!

O ABSURDO presente de Abbas

Além de mega-terrorista, Abu Mazen (vulgo Mahmoud Abbas) é MEGA-BURRO! Mas os líderes israelitas e internacionais não são menos burros, por aceitarem um terrorista destes, na linha de Bin Laden ou Arafat, como interlocutor! Que cresçam e se multipliquem os Trumps!

O líder da Autoridade 'Palestina', Mahmoud Abbas, está a ser motivo de troça para  bloggers e jornalistas, devido ao seu recente presente ao Rei saudita, em mais uma tentativa de distorcer a História e deslegitimar Israel.
Parece que não há limite para as mentiras e para a ousadia pura e simples de presidente da Autoridade 'Palestina', Mahmoud Abbas, que no domingo, dia 19 de Junho, presenteou o Rei da Arábia Saudita com um item assaz estranho: uma cópia emoldurada da primeira página de uma edição de 1932 do The Palestine Post.
Pode-se perguntar o que é que Abbas *  estava a tentar transmitir com este presente. Ele estava realmente a insinuar que o jornal foi, na verdade, propriedade de "árabes palestinos" num Estado palestino?

* -  (Abbas nega quaisquer laços históricos judaicos com Jerusalém e, segundo informações, queixou-se ao Rei saudita da "continuação da profanação israelita da sagrada terra palestina").

  
"Nasce o Estado de Israel" - manchete do The Palestine Post (foto Wikipedia).

(...) David Brin, editor do The Jerusalem Post, escreveu: "Pergunto-me se ele é assinante.""Vêem a expressão no olhar do Rei?", comentou o blogger IsraelShield:
"Há uma razão pela qual ele está  tão desconfortável. Ele provavelmente está constrangido pela estupidez de Abbas. O The Palestine Post foi um jornal Sionista judaico".

 Quando Jerusalém fazia parte do imenso Império Turco, a mesquita de Al-Aqsa estava assim, ao abandono, com cabras por lá a pastar. A Terra de Israel era deserta, apenas com comunidades residuais de judeus, e pouco mais
- Do nosso post

Como a RTP2 "olha o Mundo"



O The Palestine Post foi fundado em 1932 por Gershon Agron, que, entre outras posições Sionistas, havia servido como enviado da Organização Sionista Mundial e foi membro de uma delegação da Agência Judaica. O jornal foi renomeado The Jerusalem Post em 1950, dois anos após a criação do Estado de Israel.

Nunca houve um Estado árabe palestino. Na verdade, os judeus que vivem na Terra de Israel foram considerados judeus palestinos. Como colonos judeus trabalhavam a terra e, literalmente, fizeram florescer o deserto. Muitos árabes da região migraram para a Palestina para beneficiar das novas oportunidades económicas.


Em 135 dC, a Judeia foi rebatizada Síria Palaestina pelos Romanos depois de terem esmagado a revolta de Bar Kokhba.

Durante o período de domínio Otomano (1517-1917), o termo "Palestina" referia-se às terras ao sul da Síria, e muitos otomanos e árabes que lá viviam lá referiam-se à área como "Síria do Sul".


Durante o mandato britânico, a "Palestina" também incluía a actual Jordânia.


Apenas após a independência de Israel os árabes que vivem na Judeia e Samaria e na Faixa de Gaza foram chamados "palestinos". Na verdade, os árabes não podem nem pronunciar correctamente a palavra "Palestina" na sua língua nativa, referindo-se à área como "Filastin".

A palavra "Palestina" ou "Filastin" não aparece no Alcorão. O termo "peleshet", significando migrantes ou terra de invasores, aparece na Bíblia judaica nada menos que 250 vezes.
Via UNITED WITH ISRAEL com arquivos de  Israellycool e Jewish Virtual Library.

https://unitedwithisrael.org/es/

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Em nome desta colossal patranha da "Palestina Árabe", judeus inocentes (vide p. ex. a INTIFACADA) são continuamente atacados e assassinados.
Na sequência desta visita ao Rei da Arábia Saudita, o Parlamento Europeu estendeu a passadeira encarnada ao mega-terrorista Mahmoud Abbas, para ele debitar a mesma rectórica puramente NAZI!
Mas não nos admira que o mega-terrorista Abbas negue que Jerusalém é a capital eterna da Terra de Israel, a Pátria dos Judeus. Afinal, o ISIS também afirma que Portugal e Espanha "sempre foram muçulmanos", e promete igualmente reconquistá-los:

Algumas pessoas já começaram a perceber que estamos no mesmo barco que os judeus.

 

"E matareis os infiéis onde quer que os encontrardes e expulsá-los-eis de onde quer que vos tenham expulso... " (Alcorão 2: 191)

Que os hippies-halal da Festa do "Avante!", que os neo-nazis das teorias dos Lagartos Espaciais Judeus, dêem crédito a figurinhas como Abbas, vá que não vá. Que os jornaleiros invertebrados o dêem como bom, não é de espantar. Que os políticos do Mundo Livre o façam, na sua gula por dinheiro e poder, idem aspas. Mas que pessoas honestas, e com um cérebro dentro da caixa craniana, acreditem nas elocubrações fanáticas deste jihadista igual aos do ISIS, é triste!

Ai dos que ao mal chamam bem, e ao bem mal; que fazem das trevas luz, e da luz trevas; e fazem do amargo doce, e do doce amargo!
Isaías 5:20


VIVA ISRAEL!

Os Árabes na sociedade israelita


Os Árabes israelitas são bem sucedidos, felizes e integrados na sociedade israelita
O Estado judaico proporciona igualdade de direitos a todos os cidadãos, independentemente da sua origem étnica, da sua religião ou de qualquer outra característica pessoal. Judeus, árabes, beduínos, drusos, em Israel todos podem atingir seu pleno potencial. 
Os árabes israelitas estão integrados em todas as facetas da sociedade israelita. Há membros árabes do Knesset (o Parlamento de Israel) e um juiz árabe - Salim Joubran - preside ao Supremo Tribunal de Israel. Árabes servem no IDF (Forças de Defesa de Israel), jogam por equipas desportivas nacionais de Israel e ocupam posições de topo nos sectores privado e público.
Há 13 coronéis drusos no IDF e a participação dos drusos nas Forças Armadas é superior a 90%. Na Universidade de Tel-Aviv e na Universidade de Haifa 25% dos estudantes são árabes, beduínos ou drusos. Os critérios de admissão são iguais para todos.
Israel é um país democrático, como Portugal ou o Brasil, que, sendo tradicionalmente judaico-cristãos e assumindo essa matriz, não deixam de proporcionar igualdade de direitos a todos os cidadãos.

Alguns contestam que Israel seja um Estado judaico. Mas não contestam qualquer dos inúmeros Estados muçulmanos. Ou de qualquer outra matriz cultural/Histórica/religiosa.
Israel é apenas 0,02% do Mundo Muçulmano em área. Os muçulmanos são 25% da Humanidade (1 em cada 4 pessoas no globo é muçulmana). Os judeus são apenas 0,17% (menos de 1 em cada 2.000 pessoas é um judeu). E os judeus israelitas ainda são menos. 
Em NENHUM país árabe ou muçulmano existe Liberdade, Democracia e Direitos Humanos. No Ocidente, e em Israel, os muçulmanos são livres. Mas isso não é suficiente para os detractores de Israel.
Alguns membros árabes do Knesset contestam a existência de Israel e apoiam o terrorismo.
Assista ao vídeo, e constate que os inimigos de Israel espalham mentiras sobre o Estado judaico, enquanto beneficiam da sua benevolência.
Não existe qualquer problema com a população judaica, cristã, beduína, drusa, arameia, etc., etc.. Os problemas existem unicamente com alguns árabes muçulmanos, cuja religião ordena a luta contra os "infiéis". Exactamente o que se passa na Europa, nos países em que a percentagem de muçulmanos chegou à marca crítica dos 10%. 

 
Israel foi vítima da invasão islâmica, em 1920. Agora é a nossa vez. Que pena que não saibamos aprender com os exemplos alheios...

A Islamização da Europa e do Mundo

A verdade nem sempre ganha, mas está sempre certa!

 


Para a Condi: Quem Humilha Quem?



Em 11 de Outubro de 2006, num discurso para a task-force Americana para a Palestina, [1] a Secretária Condoleezza Rice afirmou que os árabes palestinos sentem "a humilhação diária da ocupação." Os palestinos dizem que se sentem humilhados e molestados quando as autoridades israelitas os revistam e aos seus pertences; quando são impedidos de "viajar mais livremente" por causa dos postos de controle, dos bloqueios de estradas, e outras medidas de segurança.


"Estudiosa da História Internacional"

Condoleezza considera-se "uma estudiosa de História Internacional." O Direito Internacional, a Carta das Nações Unidas, e o artigo 80 da Carta da ONU reconhecem implicitamente o Mandato da Liga das Nações [Mandato para a Palestina]. Este mandato concedeu aos judeus o direito irrevogável de se estabelecerem na área da Palestina - em qualquer lugar entre o rio Jordão e o Mar Mediterrâneo [2]


Condoleezza deve estar familiarizada com o professor Eugene V. Rostow, um renomado especialista mundial do Direito Internacional que serviu como decano da Yale Law School (1955-1966), que mais tarde se tornou Subsecretário de Estado dos EUA, e que em 1967 fez parte da Resolução 242 da ONU. Ele explica: [3]



"Os mandatos da Liga das Nações têm um estatuto especial no Direito Internacional. Eles são considerados, de facto, 'compromissos sagrados.'"

"Segundo o Direito Internacional, nem a Jordânia nem os "povos" árabes palestinos  da Cisjordânia e da Faixa de Gaza têm razão para a reivindicação da posse soberana dos territórios ocupados."


"... O mandato nega implicitamente reivindicações Árabes e direitos políticos nacionais na área em detrimento dos judeus; o mandato reservou o território para o povo judeu, para a sua autodeterminação e desenvolvimento político, em reconhecimento da ligação histórica do povo judeu com a terra. Lord Curzon, que era então o Ministro dos Negócios Estrangeiros britânico, fez essa leitura explícita do mandato. Resta apenas a teoria de que os habitantes árabes da Cisjordânia e da Faixa de Gaza têm uma reivindicação inerente a um "direito natural" sobre a área. Nem o Direito Internacional consuetudinário nem a Carta das Nações Unidas reconhecem que cada grupo de pessoas que afirmam ser uma nação tem o direito de um Estado próprio.

"... É uma regra essencial para a paz internacional que reivindicações de autodeterminação nacional sejam afirmadas apenas através de meios pacíficos. O uso da força para reivindicar tais alegações é e deve ser estritamente proibido pela Carta das Nações Unidas ".

"Humilhação"




Em Israel, cada israelita é revistado diversas vezes durante o decurso de um dia. Os israelitas são convidados a abrir as suas malas e bolsas para inspeção. Na maioria dos casos, eles são submetidos a revistas corporais com um detector de metal todas as vezes que entram num banco ou numa estação de correios, que compram uma garrafa de leite no supermercado, entram num centro comercial ou numa estação de comboios, visitam um hospital ou uma clínica médica. Homens, mulheres e jovens israelitas são fisicamente revistados em busca de cintos de explosivos antes de entrarem em discotecas.

Os carros dos israelitas são revistados de cada vez que entram num parque de estacionamento. Diariamente, os condutores são sujeitos a operações de segurança que causam engarrafamentos enormes, quando as forças de segurança israelitas estão em perseguição de bombistas suicidas que se acredita terem entrado Israel.

Estas humilhações diárias comuns estendem-se a procedimentos semelhantes quando os israelitas vão a casamentos ou bar mitzvahs. Ninguém no exterior fala sobre a humilhação a que os judeus em Israel são submetidos, quando têm que escrever na parte inferior de convites de casamento e outros eventos de ciclo da vida, "O local será protegido [por guardas armados]" - para garantir a segurança dos parentes e amigos que vão assistir e partilhar a sua ocasião feliz.

Até ao momento, ninguém protestou contra o facto de que, desde os anos de 1970, os estudantes judeus em Israel têm que viver rodeados por cercas, com guardas armados nas portas e pátios da escola.

Nem uma aldeia árabe em Israel ou nos territórios tem uma cerca em torno dela. Guardas não são necessários em lojas árabes, cafés, restaurantes, cinemas, salões de festas ou escolas - tanto em Israel como nos territórios. Os palestinos também não precisam de guardas armados para acompanhar cada viagem escolar, caminhada de movimento juvenil ou acampamento. Eles não são alvos do terrorismo.

As crianças árabes nunca foram deliberadamente atacadas por judeus, enquanto os árabes deliberadamente assassinam jovens judeus em internatos, estudantes de liceu em viagens nocturnas e adolescentes em caminhadas pela Natureza. Árabes palestinos atacaram autocarros escolares judeus que transportavam crianças do ensino básico, assassinaram duas crianças que brincavam numa caverna perto das suas casas, mataram uma criança numa creche e assassinaram crianças pequenas que se esconderam debaixo da cama - para além de onda após onda de ataques suicidas.

A liberdade de movimento dos israelitas é comprometida diariamente, quando inúmeros cidadãos procuram evitar áreas congestionadas ou eventos, são forçados a alterar as suas rotinas diárias circulando por ruas laterais aos distúrbios, evitam viajar perto de autocarros públicos, ou simplesmente deixam inteiramente de frequentar o coração da sua própria capital. A maioria das excursões escolares foram cancelados ou reduzidos durante os últimos quatro anos.

É dito aos israelitas para tentarem passar despercebidos quando viajam para o exterior - é-lhes recomendado que não falem Hebraico em público e que não usem roupas que revelem as suas origens judaicas / israelitas. Por outro lado, os árabes que frequentam as cidades judaicas em Israel vestem a sua roupa tradicional árabe sem medo de serem atacados ou molestados.

Na verdade, Secretária Rice, o israelita médio é "humilhado e assediado" muito mais vezes por dia do que o palestino comum.

Contribuição para sociedade civilizada? Fazer a paz com um povo que celebra o assassínio em massa?

Você acredita que os árabes palestinos "têm muito para dar à comunidade internacional e a todos nós". Na verdade, culturalmente, os palestinos não são diferentes de outros árabes. As únicas contribuições de que os palestinos podem reivindicar crédito são a invenção da pirataria aérea para fins políticos na década de 1960, e, ultimamente, um tipo especial do terrorismo suicida que usa os seus próprios filhos bombas humanas para fazerem explodir pizzarias, discotecas, e transportes  públicos.

Michael B. Oren, que escreve no Wall Street Journal, pergunta: "Como pode haver paz com um povo que celebra o assassinato em massa?"

"Não há, obviamente, nada de novo sobre os palestinos aplaudindo  o terror. Durante a Guerra do Golfo em 1991, eles dançaram nos telhados em louvor de mísseis Scud iraquianos chovendo em bairros israelitas. Mais uma vez, em meados da década de 1990, após as bombas nos autocarros em Israel que mataram dezenas de pessoas - uma deles foi a minha cunhada - cerca de 70.000 palestinos encheram um estádio de Gaza para animarem uma reencenação do massacre. As mortes de mais de 3.000 norte-americanos em 11 de Setembro foram outro motivo para dançar nas ruas palestinas, embora os homens de Arafat tivessem proibido a cobertura jornalística da festa". [4]

Condi; para os judeus, a construção de um futuro nunca foi fácil. A segregação foi um aspecto constante na sua vida.

De um relatório da Comissão Real Palestina depois de visitar a Palestina em 1937: [5]

"A cada ano que passa, o contraste entre esta comunidade intensamente democrática e altamente organizada moderna [judaica] e o antigo mundo árabe ao redor dela torna-se mais nítida, e mais que tudo, talvez, de forma mais acentuada no seu lado cultural. A produção literária do Lar Nacional Judaico é fora de proporção em relação ao seu tamanho."

"É o mesmo com a Ciência. O Instituto Daniel Sieff Research [hoje Instituto Weitzman  em Rehovot está equipado com os instrumentos mais modernos e delicados; as experiências lá  realizadas são seguidas por químicos em todo o mundo; mas das suas janelas podem ser vistas as colinas habitadas por camponeses obtusos que consideram o Instituto apenas como a manifestação de um poder que eles odeiam e temem, e que gostariam, sem dúvida, quando o seu sangue ferve, de destruir."

"Falando no geral, seja o judeu que deixou uma vida confortável, num ambiente culto e agora passa os dias a cavar os campos e a noite numa casa vazia, ou seja o judeu que veio de um gueto polaco e agora trabalha numa fábrica em Tel Aviv, o sentimento dominante de ambos é uma enorme sensação de fuga. Os campeões do Sionismo sempre afirmaram, e estão agora a provar, que um judeu libertado de um ambiente anti-judaico e "restaurado" na Palestina, não seria apenas se sente livre como nunca sentira antes, como também adquiriu uma nova auto-confiança, um novo entusiasmo na vivência da sua consciência que está envolvido numa grande tarefa construtiva.


A Política EUA fez a mudança?


Em 30 de Junho de 1922, uma resolução conjunta de ambas as Câmaras do Congresso dos Estados Unidos aprovou, por unanimidade, o Mandato para a Palestina - o direito irrevogável de os judeus se estabelecerem na área da Palestina - em qualquer lugar entre o Rio Jordão e o Mar Mediterrâneo [6]

Em 21 de Setembro de 1922 - o presidente Warren G. Harding, (o vigésimo nono presidente 1921-1923) assinou a resolução comum de aprovação para estabelecer uma pátria judaica na Palestina.Os factos falam por si - A verdade nem sempre ganha, mas está sempre certa.




Eli E. Hertz
eli@mythsandfacts.org


[1] Ver texto completo em: http://www.state.gov/secretary/rm/2006/73895.htm.
[2] Consultar documento: http://middleeastfacts.org/content/UN-Documents/Mandate-for-Palestine.htm.
Comentário: http://www.mythsandfacts.com/Conflict/mandate_for_palestine/mandate_for_palestine.htm#B1.
[3] Eugene V. Rostow Biography em: http://www.law.yale.edu/YLR/pdf/ylr50-2/Rostow.pdf.
[4] Para uma descrição da "cultura de glorificação da morte", que empurra adolescentes imaturos para se fazerem explodir em pedacinhos, guiados pela "promessa de "setenta virgens quando chegarem ao Paraíso", ver: Michael B. Oren, “Palestinians Whoop It Up: How can there be peace with a people that celebrates mass murder?”, The Wall Street Journal Opinion Journal em: http://www.opinionjournal.com/extra/?id=110002113. (11593).
[5] Relatório Palestine Royal Commission. Julho 1937, cap V, 110/556
[6] "Resolvido pelo Senado e Câmara dos Representantes dos Estados Unidos da América no Congresso. Que os Estados Unidos da América favoreçam o estabelecimento na Palestina de um lar nacional para o povo judeu, sendo claramente entendido que nada será feito que possa prejudicar os direitos civis e religiosos dos cristãos e de todas as outras comunidades não-judaicas na Palestina, e que os lugares santos e edifícios religiosos e locais na Palestina devem ser adequadamente protegidos."

sexta-feira, 4 de janeiro de 2019

"Todos os nossos inimigos rugem alto contra nós"

"Todos os nossos inimigos rugem alto contra nós"

- Lamentações 3:46 (A Bíblia de Israel)




Há muito que o esperávamos. O blogue AMIGO DE ISRAEL foi censurado.

Como é característico dos déspotas, o Google e o Facebook não nos explicaram porquê.

Mas também não é preciso. Foi por dizermos a VERDADE.
São estes os tempos que vivemos. Não se iludam. Estamos a caminho de um regime pior que o da Alemanha nazi. Congrega as piores ideologias que o mundo já conheceu.